Metanol foi adicionado intencionalmente a garrafas de bebidas, diz perícia
Análise da Polícia Científica de São Paulo descarta que a substância tóxica seja resultado natural da destilação
A Polícia Científica de São Paulo concluiu que o metanol encontrado em bebidas destiladas foi propositalmente adicionado durante a fabricação. A perícia realizada em garrafas apreendidas descartou a possibilidade de formação natural da substância durante o processo de destilação, segundo comunicado enviado pelo Instituto de Criminalística nesta quarta-feira, 8.
“O Instituto de Criminalística da Polícia Científica de São Paulo trabalha 24h nas perícias de constatação e concentração das amostras apresentadas pela Polícia Civil, assim como na análise documentoscópica de rótulos e lacres dos recipientes. Pode-se afirmar, até o momento, e de acordo com as concentrações encontradas, que o metanol foi adicionado, não sendo, portanto, produto de destilação natural”, diz a nota enviada à imprensa pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo.
Segundo o governo paulista, até a última terça-feira, 7, dezoito casos de intoxicação por metanol haviam sido confirmados em todo o estado, com três vítimas fatais: uma mulher de 30 anos, moradora de São Bernardo do Campo, e dois homens de 54 e 46 anos, residentes da capital. Desde o dia 30 de setembro, o número de garrafas apreendidas em operações de fiscalização chega a quase 20.000; onze estabelecimentos foram interditados pelas autoridades e 21 pessoas já foram presas por suspeita de envolvimento na adulteração de bebidas alcoólicas.
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