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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Heitor Mazzoco. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Lista de indiciados da PF tem neto de ditador, padre e blogueiro argentino

Polícia Federal indiciou 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Valmar Hupsel Filho 21 nov 2024, 18h40

Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, militares, ex-ministros, assessores palacianos e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, a trama golpista investigada pela Polícia Federal também contava com blogueiros, familiares de chefes de Estado durante a ditadura e até um padre. Eles estão na lista com 37 nomes indiciados pela PF nesta quinta-feira, 21.

O blogueiro argentino Fernando Cerimedo trabalhou na campanha do atual presidente do país vizinho, Javier Milei, como estrategista digital. Ele ficou conhecido entre os brasileiros após circular um vídeo em que ele contestava o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o processo eleitoral brasileiro.

Nas investigações da PF, ele compõe o “núcleo de desinformação e ataques ao sistema eleitoral”, assim como o engenheiro Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, diretor do Instituto Voto Legal, contratado pelo Partido Liberal após as eleições de 2022 para contestar o resultado das eleições em uma auditoria paralela das urnas.

Outro blogueiro indiciado é Paulo Figueiredo, neto de João Figueiredo, presidente do Brasil na ditadura militar entre 1979 e 1985. O jornalista disse que se sente “honrado” por ser alvo de “uma campanha de intimidação conduzida pela Gestapo de Alexandre de Moraes”.

O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco, também foi indiciado. Segundo a Polícia Federal, ele foi citado pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, como um dos participantes de uma reunião para tramar o golpe de Estado no Palácio do Planalto.

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A defesa do pároco disse em nota que ele é vítima de um “abuso realizado pelos responsáveis da investigação” e que a lista publicada no site da Polícia Federal “contamina toda instituição e a torna responsável pela quebra da determinação do Ministro de sigilo absoluto”, escreveu o advogado Miguel Vidal, em nota.

Segundo o indiciamento da PF, foram praticados os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

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