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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Heitor Mazzoco. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Corregedoria investiga relação de policiais com empresário de combustíveis

Contatos de agentes da segurança pública foram encontrados em busca e apreensão em endereços em São Paulo ligados à empresa suspeita de elo com o PCC

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 11 fev 2025, 17h07 - Publicado em 11 fev 2025, 07h01

A Divisão de Processos Administrativos da Corregedoria da Polícia Civil apura a relação de dezenas de policiais com empresários do ramo de combustíveis investigados por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação sobre os policiais, por associação criminosa, que corre em sigilo, iniciou após uma operação de busca e apreensão encontrar o contato dos agentes de segurança em endereços, na Zona Norte de São Paulo, ligados a Mohamad Hussein Mourad e Renato Steinle de Camargo e Silvana Correa, que seriam os donos da empresa de combustíveis Copape.

Mohamad, Renato e Silvana foram denunciados pela Operação Cassiopeia, investigação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Piracicaba, do Ministério Público (MP) de São Paulo. Foi em uma busca e apreensão, no curso dessa mesma operação, que os investigadores depararam com uma agenda com mais de 70 contatos de policiais. As evidências foram repassadas à Corregedoria da Polícia Civil.

Os agentes do Gaeco, em conjunto com a Receita Federal, chegaram às 6h do dia 21 de março de 2023 no endereço onde Mohammad e sua namorada, Silvana, viviam. No meio da madrugada, cerca de duas horas antes de a operação ir ao endereço do casal, eles haviam deixado o local, com bagagens, em dois carros separados. Os investigadores — que acreditam que as informações para a operação foram vazadas, mas não sabem por quem — puderam assistir à fuga em imagens recuperadas das câmeras de segurança do prédio.

Mesmo sem os alvos nos endereços, a busca e apreensão ocorreu. Evidências valiosas para a investigação foram encontradas, mas se perderam outras provas, como os celulares pessoais de Mohamad e Silvana, que seriam importantes para a operação.

Cerco fechado

Desde julho do ano passado, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) suspendeu autorizações de funcionamento da Copape. Um recurso da empresa para voltar a operar foi julgado na quinta-feira passada, dia 6, mas o colegiado da ANP manteve, de forma unânime, o impedimento. Apesar de se declarar “consultor” da empresa, Mohamad Mourad é apontado pelo MP como um dos donos da companhia, que opera uma rede de postos de combustíveis sob o suposto controle de “laranjas”.

Como mostrou VEJA, as autoridades têm aumentado o rigor contra a clandestinidade no setor de combustíveis. Além de autuações da ANP e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Polícia Federal abriu uma investigação — a mando do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski — que servirá como um “inquérito guarda-chuva” para subsidiar a Polícia Federal com informações integradas ao trabalho das polícias estaduais. A atuação foi detalhada em reunião do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, que ocorreu na semana passada.

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