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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco e Pedro Jordão. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bebê, mãe e avó mortas em Belo Horizonte: o que se sabe sobre o caso

Corpos foram encontrados em estado de decomposição avançada e sem marcas aparentes de violência física; quatro cães também estavam mortos

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 12 Maio 2025, 14h16 - Publicado em 12 Maio 2025, 13h44

Os corpos de uma mulher de 68 anos, da filha, de 42, e da neta, de um ano e 11 meses, foram encontrados em um apartamento da rua Mato Grosso, no bairro Barro Preto, na zona sul de Belo Horizonte, na sexta-feira, 9. A polícia investiga o caso para tentar encontrar as causas da morte. Confira abaixo o que já se sabe sobre o caso.

Cristina Lúcia Bastos Teixeira, 68, Daniela Teixeira Antonini, 42, e Giovanna Antonini Vasconcelos, 1, foram encontradas já com os corpos inchados e já em estado de decomposição avançada no quarto dos fundos do apartamento em que elas moravam. As duas mulheres estavam deitadas numa cama, de barriga para cima, e a criança posicionada lateralmente no meio delas. Os corpos das três não apresentavam sinais de violência física aparente. Os quatro cachorros da casa também estavam mortos no cômodo.

No local, no entanto, chamou a atenção da polícia que também havia três bandejas com carvão aceso.

Os primeiros a encontrar os corpos foram os agentes da Polícia Militar, que foi acionada pela síndica do edifício. Ela disse aos policiais que sentiu falta das moradoras e que os porteiros e vizinhos já não a viam desde o sábado, 3. Ela também informou que a avó paterna da menina foi até o prédio, querendo vê-las, na quinta-feira, 8. Mas que não teve sucesso ao interfonar e, por isso, entrou em contato com a administração do prédio para informar a situação.

Uma vizinha do apartamento em que as três moravam informou à PM que, na quinta, começou a sentir um forte cheiro de gás de cozinha vindo da casa delas, o que teria ficado na mais forte na sexta. Ela também falou que não ouvia os barulhos das vizinhas e nem dos cachorros já há alguns dias.

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A síndica chamou um chaveiro para abrir o apartamento, e ele constatou que a porta de entrada estava fechada por dentro em duas fechaduras e também com um trinco de segurança.

O pai da criança disse à Polícia Militar que a filha tinha um problema de saúde grave. De acordo com ele, o esôfago dela não possuía conexão com o estômago. O esôfago é o canal que deve conectar a garganta ao estômago. O homem também informou que a ex-companheira dele, mãe da menina, possuía um diagnóstico de transtorno bipolar e que já havia tentado suicídio no passado. Ele ainda falou que ela não o deixava ver a filha há mais de um mês.

Os corpos das três pessoas foram levados para o Instituto Médico-Legal para serem submetidos a exames, na tentativa de encontrar indícios da causa da morte. O corpo da criança foi liberado no dia seguinte para familiares. Já os das mulheres seguem no IML. Os quatro cães foram retirados do local pela prefeitura de Belo Horizonte.

A Polícia Civil afirma que nenhuma linha de investigação foi descartada até o momento.

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