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A saída de Datena acirra a briga no bolsonarismo pela vaga ao Senado

Apresentador de TV era o nome preferido do presidente Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo

Por Da Redação 1 jul 2022, 11h12

A desistência do apresentador de TV José Luiz Datena (PSC) de disputar a eleição deste ano reabriu a disputa no bolsonarismo para saber quem será, afinal, o nome do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do candidato ao governo, o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), para tentar a única vaga ao Senado por São Paulo que estará em jogo em outubro.

Poucas horas após Datena anunciar que estava fora do páreo, o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (PL) semeou a dúvida em um post no Twitter. “Datena desistiu de concorrer ao Senado por SP. E agora, José?’, questionou.

Foi o suficiente para ir parar nos assuntos mais comentados da rede social, com a militância bolsonarista incentivando que ele seja o nome na chapa de Tarcísio. Mesmo após ter instigado os apoiadores, no entanto, Salles, tem fixado no seu perfil um tuíte de 3 de junho, que diz: “Sou pré-candidato a deputado federal”.

Outra que gostaria de ter o voto bolsonarista é a deputada estadual Janaina Paschoal (PRTB), que já é pré-candidata ao cargo, mas enfrenta resistência dos apoiadores do presidente por já ter feito críticas ao presidente e – mais imperdoável – elogios ao ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), o último deles no dia 27 de junho.

A deputada federal Carla Zambelli (PL), uma das maiores defensoras de Bolsonaro e de Tarcísio, é um nome que sobe na bolsa de apostas para ser a candidata bolsonarista ao Senado. Outra possibilidade que surgiu nas últimas horas é a do pastor evangélico Marco Feliciano (PL-SP).

Também quer o voto bolsonarista para o Senado a médica Nise Yamaguchi (PTB), que conquistou os apoiadores do presidente ao se tornar uma das defensoras mais conhecidas do uso da cloroquina contra a Covid-19.

Por fora, há ainda o ex-presidente da Fiesp Paulo Skaf (Republicanos), que, no entanto, não atrai nenhum entusiasmo entre os bolsonaristas. Além disso, é do mesmo partido de Tarcísio, o que contraria a lógica de usar a vaga para ampliar o leque de alianças em torno do candidato ao governo.

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