Existem mulheres que sofrem mais de TPM que outras!
Uma em cada dez mulheres apresenta quadro clínico severo de TPM, com sintomas exacerbados, também chamado de distúrbio disfórico pré-menstrual

Quase todas as mulheres sofrem, em algum grau, com a tensão pré-menstrual (TPM) com sintomas que surgem alguns dias após a ovulação e somem assim que o fluxo menstrual chega. Dor de cabeça, inchaço, dor na mama, irritabilidade, ansiedade e depressão fazem parte desses sintomas, tendo como principal característica o fato de variarem muito de intensidade entre as mulheres, além de também variarem entre os ciclos da mesma mulher.
De forma geral, considera-se que em 70% das vezes, o quadro é leve, com duração de poucos dias, trazendo pouco incômodo e melhorando com medidas simples como a prática de exercícios físicos e mudanças de hábitos de vida para diminuição de stress.
Já em 20% dos casos, os sintomas são um pouco mais intensos, provocando mudanças mais evidentes no comportamento, necessitando de medicação, como os anticoncepcionais, que inibem a ovulação e a variação hormonal de estrogênio e progesterona que parece estar envolvida na gênese da TPM.
Eventualmente, recomenda-se o uso contínuo das pílulas para que o fluxo menstrual nem apareça, o que pode trazer benefícios ainda maiores para essas pacientes.
Por fim, uma em cada dez mulheres apresenta quadro clínico severo, com sintomas exacerbados, também chamado de distúrbio disfórico pré-menstrual. Essa situação, além do incômodo dos sintomas clínicos, pode levar a problemas sociais relevantes no ambiente familiar e de trabalho, onde a paciente toma atitudes por vezes inadequadas e que são motivo de arrependimento e constrangimento com a chegada da menstruação. Nesses casos, o uso de anti-depressivos costuma ser indicado em associação com os anticoncepcionais.
Podemos ver que a TPM é muito frequente e deve ser encarada de forma séria para ajudar todas as mulheres!
Quem faz Letra de Médico
Adilson Costa, dermatologista
Adriana Vilarinho, dermatologista
Ana Claudia Arantes, geriatra
Antonio Carlos do Nascimento, endocrinologista
Antônio Frasson, mastologista
Artur Timerman, infectologista
Arthur Cukiert, neurologista
Ben-Hur Ferraz Neto, cirurgião
Bernardo Garicochea, oncologista
Claudia Cozer Kalil, endocrinologista
Claudio Lottenberg, oftalmologista
Daniel Magnoni, nutrólogo
David Uip, infectologista
Edson Borges, especialista em reprodução assistida
Fernando Maluf, oncologista
Freddy Eliaschewitz, endocrinologista
Jardis Volpi, dermatologista
José Alexandre Crippa, psiquiatra
Ludhmila Hajjar, intensivista
Luiz Rohde, psiquiatra
Luiz Kowalski, oncologista
Marcus Vinicius Bolivar Malachias, cardiologista
Marianne Pinotti, ginecologista
Mauro Fisberg, pediatra
Miguel Srougi, urologista
Paulo Hoff, oncologista
Paulo Zogaib, medico do esporte
Raul Cutait, cirurgião
Roberto Kalil – cardiologista
Ronaldo Laranjeira, psiquiatra
Salmo Raskin, geneticista
Sergio Podgaec, ginecologista
Sergio Simon, oncologista
Walmir Coutinho, endocrinologista