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Informação e análise

Em 15 cidades, prefeitos disputam reeleição com mais de 70% nas pesquisas

Já não basta ter poder e dinheiro no caixa para garantir favoritismo no jogo da reeleição. Eleitores estão mais preocupados com a zeladoria das cidades

Por José Casado Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 out 2024, 08h00

Seis em cada dez prefeitos disputam a reeleição no domingo. Como todos os governantes elegíveis a novo mandato, eles competem em condições vantajosas: começaram a campanha de reeleição no dia em que assumiram o poder.

Em 20 capitais, por exemplo, uma dúzia de prefeitos aparece na liderança de praticamente todas as pesquisas. Nada está garantido até a contagem do último voto, mas o retrospecto das últimas seis eleições municipais (entre 2000 e 2020) mostra uma taxa de sucesso nas urnas de 60% entre prefeitos que tentaram a reeleição.

O recorde nas capitais foi em 2008, quando 19 dos 20 prefeitos candidatos conseguiram renovar o mandato. A eleição municipal com menor taxa de reeleição em todo o país foi a de 2016, quando apenas 49% dos prefeitos-candidatos obteve aval dos eleitores para continuar no cargo.

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(./VEJA)

Desta vez, indicam as pesquisas, vai ser um pouco diferente. É provável que seja mantido o padrão (60%) de reeleição, porém, com votações mais expressivas no conjunto das cem maiores cidades, com mais de 200 mil eleitores.

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As mais recentes sondagens de intenção de voto nesses municípios sugerem que prefeitos devem se reeleger mais de 80% dos votos em Magé (RJ), Cariacica (ES), Macapá (AP) e Itaquaquecetuba (SP).

Outros dez se destacam com mais de 70% da preferência eleitoral em Vila Velha (ES), Recife (PE), São Gonçalo (RJ), Salvador (BA), Maceió (AL), Joinville (SC), São Vicente (SP), Ananindeua (PA), Campos (RJ) e Contagem (MG).

As regras eleitorais e partidárias privilegiam quem está no poder. Adversários se queixam de “competição desleal”, mas uma coisa é certa: já não basta ter poder e dinheiro no caixa da prefeitura para garantir favoritismo no jogo da reeleição.

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Tornou-se necessária alguma sintonia com as prioridades dos eleitores, mais preocupados com a zeladoria das suas cidades. Eles deixaram clara a recusa à “polarização” ou “nacionalização” da disputa, rejeitando o risco de transformar prefeituras e câmaras municipais em palanques para a próxima eleição geral, daqui a dois anos.

Por isso, nesta primeira rodada Lula e Jair Bolsonaro se mantiveram afastados da campanha nas principais cidades. Segundo turno é outra eleição, mas, por enquanto, essa tendência prevalece.

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