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Isabela Boscov

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Downton Abbey – Temporada 6

Por Isabela Boscov 15 nov 2015, 14h40 • Atualizado em 31 jul 2020, 00h06
  • Terminou, mas não acabou.

    Esse povo de Downton Abbey é fogo. Todo ano eles fazem a mesma coisa: encerram a temporada bem no meio de uma cena qualquer e deixam um monte de pontas soltas, para todo mundo sofrer até o especial de Natal.

    E o último episódio desta sexta e última temporada, que foi exibido na Inglaterra no domingo 8 de novembro e põe o ponto final na série, não foi exceção: quer saber o que vai ser de Edith, de Lord Grantham, de Bates e Anna, de Thomas Barrow, de Mrs. Crawley? Pois segure a onda até o final de dezembro.

    Não que a onda seja assim lá muito violenta: Downton Abbey passou de uma criatura fascinante, nas três primeiras temporadas (leia aqui a resenha que fiz quando a série estreou aqui, em 2012), para um novelão de passo meio lento da quarta temporada em diante. Até seu potencial para criar controvérsia se diluiu. No começo, com os picos de audiência na Inglaterra (onde dramas de época brotam mais fácil que chuchu na serra) e também nos Estados Unidos, criou-se uma facção que acusava o criador da série, Julian Fellowes, de faturar fazendo class-system porn – ou seja, de enaltecer e edulcorar o que era então praticamente um sistema de castas.

    A acusação é pesada porque pega direitinho onde dói: embora não existam mais as “classes serviçais” na Inglaterra, a obsessão inglesa com origem social nunca deixou de ser implacável. Mas os Grantham foram se tornando aristocratas tão compreensivos e arrojados, tão dispostos a aceitar o declínio do Império Britânico e a se adaptar às tranformações do século XX, que ficou difícil comprar briga com eles. Das últimas temporadas para cá, os conflitos foram outros: Lady Mary casa ou não casa? Algum dia vão ter fim os problemas de Bates e Anna com a polícia ou não? Barrow vai tomar jeito ou não vai? As estrepolias de suas filhas ainda vão matar Lord Grantham ou só deixá-lo de cabelos brancos? Uma delícia de ver, mas sem uma fração do punch que a série tinha no início.

    O que nunca mudou em Downton Abbey e foi sempre uma fonte inesgotável de prazer é Lady Violet Grantham. Ela ganha sempre as melhores falas porque está lá para dizer o que ninguém mais tem coragem de admitir e porque ninguém é capaz de “entregar” uma tirada como Maggie Smith. Em homenagem à irreprimível Lady Violet, então, aí vai uma seleção das suas melhores sacadas nas seis temporadas da série.

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    Violet01
    “O que é um fim de semana?” ()
    Violet02
    “Você me lisonjeia. O que é exatamente como deveria ser!” ()
    Violet03
    “Eu estava certa sobre a minha empregada. Ela vai embora para se casar! Como ela pode ser tão egoísta? ()
    Violet04
    “Você alguma vez sente frio aí nas alturas da sua superioridade moral?” ()
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    Violet05
    “Sou mulher, Mary. Posso ser tão do contra quanto bem entender.” ()
    Violet06
    “Pare de choramingar e arrume algo para fazer.” ()
    Violet07
    “Não seja derrotista querida, isso é muito classe média.” ()
    Violet08
    “Posso estar mais velha do que já fui, mas ainda sei quando um homem está interessado.” ()
    Violet09
    “Seja francesa no quarto e britânica em todos os outros lugares.” ()
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    Violet10
    “Deixe-me beber meu Brandy em paz.” ()
    Violet11
    “Se eu estivesse em busca de lógica, não iria procurar por ela entre as classes altas inglesas.” ()
    Violet12
    “Na minha idade é preciso racionar as quantidades de excitação.” ()
    Violet13
    “Querida, a religião é como o pênis. É perfeitamente adequado tê-lo e se orgulhar dele. Mas se a pessoa saca dele e o esfrega na minha cara, teremos um problema.” ()
    Violet14
    “Não há nada mais simples do que evitar aqueles de quem não se gosta. Evitar os seus próprios amigos é que é o verdadeiro teste.” ()
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    Violet15
    “Não vou tomar partido, é verdade, mas a última coisa que sou é neutra.” ()
    Violet16
    “Detesto saber das coisas depois dos outros.” ()
    Violet17
    “Nunca estou errada.” ()
    Violet18
    “Isto por acaso é um instrumento de comunicação ou de tortura?” ()
    Violet19
    “Às vezes é útil governar pelo medo” ()
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    Violet20
    “Nenhuma vida parece gratificante se você pensar nela muito detidamente.” ()
    Violet21
    “A falta de compaixão pode ser tão vulgar quanto o excesso de lágrimas.” ()
    Violet22
    “Nenhum inglês sonharia em cometer a grosseria de morrer na casa de outra pessoa.” ()
    Violet23
    “Isso de pensar tanto é superestimado.” ()
    Violet24
    Isobel: Como você odeia estar errada. Violet: Não poderia saber, não estou familiarizada com a sensação. ()
    Violet25
    “Princípios são como orações. Muito nobres, claro, mas constrangedores em ocasiões sociais.” ()
    Violet26
    “Oh, é você. Achei que era um homem usando as suas roupas.” ()
    Violet27
    “Ninguém quer beijar uma garota de luto.” ()
    Violet28
    “Nenhum convidado deveria ser admitido sem que a sua data de partida estivesse combinada.” ()
    Violet29
    “Quando as pessoas me tratam com familiaridade demais gosto de chamá-las pelo nome errado, para que saibam que eu realmente não dou a mínima para elas.” ()
    Violet30
    “Nada surte tanto êxito quanto o excesso.” ()
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