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Oscar 2025: Afinal, o que é que a tal Anora tem?

Filme se consagrou como grande vencedor da cerimônia — eis a razão

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 3 mar 2025, 01h31 - Publicado em 3 mar 2025, 01h28

O nome Anora foi o mais falado no palco do Oscar 2025. Grande vencedor da noite, o filme levou cinco estatuetas, entre elas de melhor atriz para Mikey Madison, que disputava com a brasileira Fernanda Torres. As outras quatro vitórias deram ao cineasta Sean Baker um recorde histórico: ele se tornou a primeira pessoa a ganhar quatro categorias na premiação pelo mesmo filme, no caso por roteiro original, montagem, direção e melhor filme. No ano passado, Anora já tinha chamado a atenção em outra premiação, quando levou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Mas qual é o borogodó desse filme para levar tantos prêmios? 

À primeira vista, de fato, Anora não surpreende. O filme narra a história de uma jovem dançarina erótica que conhece o herdeiro de um oligarca russo, se casa com ele para, em seguida, ser humilhada e obrigada a cancelar a união por pressão dos pais do rapaz – e de um grupo de capangas. Como Uma Linda Mulher ao contrário. Sem final feliz. 

O que faz de Anora um filme grandioso? 

Na real, a grandiosidade de Anora está justamente em sua simplicidade. Baker é um dos diretores mais badalados do cinema independente atual. Seus filmes são feitos com orçamentos baixos e parte do elenco conta com atores não profissionais. O ritmo de comédia e a acidez das tramas faz com que seus filmes sejam puro entretenimento, ao mesmo tempo em que transmitem mensagens sociais relevantes. Estão no centro de sua obra profissionais do sexo, pessoas trans, imigrantes, entre outros indivíduos que se encontram na base da cadeia alimentar. 

Anora, então, é quase que um resumo do conjunto da obra do cineasta de 54 anos. Entre seus títulos estão o notável Projeto Flórida, que explora a vida de pessoas da classe D americana; o inovador Tangerina, o qual foi todo filmado com um celular; e o peculiar Red Rocket, no qual um ex-astro pornô retorna à sua cidade natal no Texas, revelando a hipocrisia da sociedade da era Trump. Elementos como esse ajudaram a fazer com que Baker caísse nas graças da indústria do cinema americano. E, como consequência, deram a ele sua grande noite no Oscar. 

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