Não há no PSDB quem consiga antecipar no que pode resultar a reunião de Executiva desta terça-feira, 17, para discutir a carta do ex-governador João Doria contestando a ideia de fazer uma pesquisa para escolher o nome que representaria uma aliança entre tucanos, MDB e Cidadania na eleição presidencial.
Uma coisa, porém, é certa: haverá muita briga entre a ala que defende candidatura própria e a corrente favorável a que o PSDB não concorra à Presidência. O clima está tão ruim que no encontro pode haver uma surpreendente aliança entre Doria e Aécio Neves, desafeto do ex-governador e aliado de Eduardo Leite nas prévias tucanas.
Aécio assumiu a condição de porta-voz do grupo que defende candidatura própria, mesmo com Doria, e na reunião vai enfrentar a ala (hoje amplamente majoritária) que prefere carrear os recursos do Fundo Eleitoral para eleger governadores, deputados e senadores a gastar dinheiro com candidatura presidencial sem chance de vitória.
Os termos com que integrantes das duas correntes se referem uns aos outros são definitivamente impublicáveis.
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