Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

Augusto Nunes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por Coluna
Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

Vlady Oliver: Os dois “pobrema”

Eu topo pagar mais imposto, desde que me provem que o judiciário funciona, que as instituições funcionam,

Por Augusto Nunes
Atualizado em 30 jul 2020, 21h04 - Publicado em 19 jan 2017, 08h23

A “mídia” tenta vender a ideia de que a roubalheira é suprapartidária – e é – disseminada e parte da alma do cidadão brasileiro, o que obviamente é uma vigarice retórica das mais calhordas. Esconde-se com isso o segundo “pobrema”, que é o fato de que, dentro da roubalheira institucionalizada, infiltrou-se uma quadrilha de esquerdistas em botão – muito bem organizada, por sinal – que rouba, mas rouba por uma causa, com método, interesses e ações bem definidas.

Esta quadrilha é reflexo e ressonância de uma outra, muito maior, disseminada numa boa conjunção de países que professam em suas administrações a presença do organismo público – e sua consequente inflexão ao roubo do dinheiro alheio – como parte de um tipo de administração onde o “azeite” da máquina pública é a confraria ou o dinheiro, distribuído em inconfessáveis interesses. Na margem de tudo isso, a sociedade pagante.

Assim como não há um “censo presidiário”, para sabermos quantos bandidos estamos bancando no falido sistema prisional brasileiro, não há também um censo – ou senso – para a ocupação do serviço público e sua devida eficiência. Não sabemos portanto, quantos bandidos estamos patrocinando do lado de fora dos presídios, eleitos em tenebrosas eleições para manter a massa bovina sob controle, debaixo da maior carga tributária de que se tem notícia.

Vamos ter um pingo de bom senso, meus caros e pacatos cidadãos. Eu topo pagar mais imposto, desde que me provem que o judiciário funciona, que as instituições funcionam, que o peleguismo sindical será combatido junto com as organizações criminosas, que as organizações não-governamentais narco-dependentes do Governo serão varridas da coisa pública e que os nossos agentes públicos pimpões terão rígidas funções de mérito e metas a cumprir.

Que tal isso? Isso ninguém quer defender, não é mesmo? Preferem defender mesmo o simplismo tacanho da volta da CPMF ao lombo dos contribuintes. Eu sabia que desse mato não sairia coelho. Eu lamento pelo jornalismo que se professa por aí. Está perdendo o senso do ridículo e a pouca vergonha ostentada na cara parva. É um espanto.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.