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Augusto Nunes

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Oliver: Os meninos do Brasil

VLADY OLIVER Enquanto a Europa discute o que fazer com seus jihadistas, o Brasil sequer discute o que fazer com sua juventude transviada que se agrupa em hordas sob a bandeirinha do PT para cacarejar e gritar palavras de ordem em homenagem aos seus guerreiros, forrados de grana na cueca. É um espanto.

Por Augusto Nunes 22 nov 2015, 08h09 • Atualizado em 31 jul 2020, 00h03
  • VLADY OLIVER

    Enquanto a Europa discute o que fazer com seus jihadistas, o Brasil sequer discute o que fazer com sua juventude transviada que se agrupa em hordas sob a bandeirinha do PT para cacarejar e gritar palavras de ordem em homenagem aos seus guerreiros, forrados de grana na cueca. É um espanto.

    Evidente que aquela e esta agremiação criminosa deveriam ser proscritas. Mais evidente ainda a comoção que causará, com o resto da lama que ainda falta boiar no território destes alegres milicianos do atraso e do barbarismo, que desnudarão ainda mais dejetos que os que já contabilizamos.

    Talvez a existência de um Cunha explique a existência de um Lula, pois para a roubalheira ser completa sempre é necessário quem furte as galinhas e quem abra a porta da granja. Neste quesito, talvez a única verdade consumada pela vigarice é que eles só fazem aquilo que todos já fizeram ou ainda fazem, só que com muito mais audácia, desprendimento e irresponsabilidade. Para muitos, parecem qualidades insofismáveis. Para o todo, no entanto, os prontuários dessas entidades só os credencia para as dependências da polícia.

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    Eu sempre me pergunto o que fazer do espólio moral que essa gente vai deixar por aqui. O que será dos “meninos do Brasil” entregues à própria sorte de terem que pensar com as próprias cabeças? Não bastasse a índole alvejada, a ideologia torta, a burrice faraônica e a ignorância rombuda que todos exibem faceiros em suas agitações frenéticas de bandeirinhas tortas, o culto à pobrice como estética do manco vai fazendo uma escola perigosa para o país.

    As barragens não caem sozinhas, meus caros. Elas precisam de um longo processo de solapamento, devidamente descaracterizado como movimento importante, que um dia será o estopim de uma tragédia anunciada. Eu começo a acreditar que esses políticos simplesmente não se dão conta de com que forças estão mexendo. Dançam uma dancinha esquisita, no alto do vertedouro de suas ideologias pilantras, acreditando cegamente que a estrutura jamais virá abaixo, soterrando-os num amontoado de dejetos.

    Eu já disse aqui mesmo – e muita gente não me interpretou corretamente – que não é a quadrilha desse mamulengo que vai me fazer sair daqui. É a herança maldita, deixada por todos estes grupamentos, que condenou inexoravelmente o país a ser um quintal de si mesmo, onde suas muambas vão sendo negociadas a céu aberto para fabricar os novos cretinos que almejam nos governar em seguida.

    O reinado de Lulão, Marinão, Macedão, Dilmão e contramão não termina nunca. Ele é uma extensão do nosso cérebro, da nossa finitude marreta, da nossa malemolência e da nossa simpática apatia. Ele é o produto certo, para o consumidor certo que cultivamos por aqui. Uma lástima.

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