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“É a presente para notificá-los para que não veicule no seu periódico qualquer matéria jornalística que diz (sic) respeito aos fatos tratados nos processos criminais dos quais o notificante foi reabilitado. Os fatos tratados naqueles feitos estavam sobre (sic) sigilo de Justiça decretado pelo Poder Judiciário”. Jonas Pereira Alves, advogado do deputado estadual Luiz Moura […]
“É a presente para notificá-los para que não veicule no seu periódico qualquer matéria jornalística que diz (sic) respeito aos fatos tratados nos processos criminais dos quais o notificante foi reabilitado. Os fatos tratados naqueles feitos estavam sobre (sic) sigilo de Justiça decretado pelo Poder Judiciário”.
Jonas Pereira Alves, advogado do deputado estadual Luiz Moura (PT-SP), na notificação enviada ao Estadão, destinada a proibir a publicação de uma reportagem sobre o passado do parlamentar que praticou assaltos à mão armada, foi preso, fugiu da cadeia, cumpriu o total de 12 anos de prisão e teve sua personalidade avaliada como “mal formada e inclinada para a prática de crimes contra o patrimônio”, tentando explicaar por que exige ser tratado como gente fina.







