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Augusto Nunes

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Cinco notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann CARLOS BRICKMANN Sabe de nada, o gringo John D. Rockefeller, o lendário criador da Standard Oil, dizia que o melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo bem administrada; o segundo melhor, uma empresa de petróleo mal administrada. Mas nem a empresa de petróleo bem administrada se compara, como […]

Por Augusto Nunes 13 abr 2015, 22h11 • Atualizado em 5 jun 2024, 06h27
  • Publicado na coluna de Carlos Brickmann

    CARLOS BRICKMANN

    Sabe de nada, o gringo
    John D. Rockefeller, o lendário criador da Standard Oil, dizia que o melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo bem administrada; o segundo melhor, uma empresa de petróleo mal administrada. Mas nem a empresa de petróleo bem administrada se compara, como negócio, aos bancos brasileiros: aqui, quando a economia vai bem, os bancos vão bem. Quando a economia vai mal, os bancos vão ainda melhor. A rentabilidade dos grandes bancos de capital aberto do Brasil foi de 18,23% em 2014, segundo estudo da Economática para a BBC Brasil. A rentabilidade dos bancos americanos não chega à metade: 7,68%.

    História mutante
    No programa de TV do PT, uma conclamação estranhíssima: “Agora é hora de reescrever nossa história. Participe do 5º Congresso Nacional do PT”.

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    No Brasil, o passado é ainda mais imprevisível do que o futuro.

    Energia firme
    A informação é do Operador Nacional do Sistema Elétrico: os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste/Oeste/Centro-Oeste estão com 30% da capacidade de água. Isso significa, segundo o Governo, que dá para escapar do racionamento de eletricidade. Os altos preços da energia também ajudam, reduzindo o consumo. E há chuvas na maior parte da região, ampliando a capacidade de geração.

    Concorrência? E os amigos?
    A Prefeitura de São Paulo, do prefeito petista Fernando Haddad, comprou do MST, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, 520 toneladas de feijão e mil toneladas de arroz, para a merenda escolar. Sem concorrência, claro. A lei federal 8666 foi deixada pra lá. E os preços? Com base nas informações da Secretaria Municipal de Educação, o feijão custou R$ 2,13 milhões. Dá R$ 4,10 o quilo. Na rede Pão de Açúcar – que compra de empresas, que compram produtor, todos ganhando seu lucro – o feijão carioquinha Qualitá custa R$ 3,91. São 19 centavos de diferença no quilo. Multiplique por 520 mil quilos.

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    Para agradar aos companheiros petistas, o prefeito Fernando Haddad gastou a mais, só no feijão, quase cem mil reais do contribuinte paulistano. Se a compra fosse feita do produtor, por concorrência pública, e não no varejo, a diferença seria ainda maior.

    Retrato do Brasil
    Este país se acostumou tanto em driblar a lei que há até um anúncio de lubrificantes para motores Diesel em que, na animação, o caminhão vai na contramão.

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