Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Stephen Hawking: inteligência artificial pode acabar com a humanidade

Para o físico, os humanos, limitados pela lenta evolução biológica, não poderão competir com essa tecnologia e serão substituídos

Por Da Redação Atualizado em 26 mar 2021, 00h28 - Publicado em 3 dez 2014, 11h32

O físico britânico Stephen Hawking acredita que o desenvolvimento da inteligência artificial pode significar o fim da humanidade. Em uma entrevista à rede britânica BBC, o cientista disse que essa tecnologia pode evoluir rapidamente e superar a humanidade, um cenário citado em filmes de ficção científica como O Exterminador do Futuro e Blade Runner.

“As formas primitivas da inteligência artificial que já temos demonstraram ser muito úteis. Mas acredito que o completo desenvolvimento da inteligência artificial pode significar o fim da raça humana”, disse Hawking na entrevista transmitida na terça-feira. “Quando a inteligência artificial for completamente desenvolvida pelos seres humanos, ela pode progredir por si mesma, e se redesenhar a um ritmo cada vez maior.” Para o físico, os humanos, limitados pela lenta evolução biológica, não poderão competir e serão substituídos.

Leia também:

Divulgado primeiro trailer de filme sobre Stephen Hawking

Stephen Hawking diz que buracos negros não existem

Isso não impede que Hawking, confinado a uma cadeira de rodas por causa de uma esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa, e que fala com a ajuda de um sintetizador de voz, seja um entusiasta das modernas tecnologias de comunicação. Hawking lembrou que foi uma das primeiras pessoas a se conectar à internet e disse que a tecnologia forneceu benefícios, mas também prejuízos, citando a advertência do novo chefe da agência de espionagem eletrônica britânica de que a rede havia se convertido em um centro de comando para criminosos e terroristas. “As empresas de internet têm que fazer mais para contrabalançar a ameaça, mas a dificuldade é fazer isso sem sacrificar a liberdade e a privacidade”, disse Hawking.

Na entrevista, Hawking falou também sobre um novo programa desenvolvido pela Intel que incorpora um texto previsível que lhe permitirá escrever mais rápido. O cientista disse ainda que havia decidido não mudar sua voz robótica. “Virou minha marca e não a mudaria por uma voz mais natural com um sotaque britânico”, disse à BBC. “Disseram-me que as crianças que precisam de uma voz de computador querem uma como a minha.”

(Com AFP)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)