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SP acelera a climatização da rede estadual de ensino

Primeira etapa do programa abrange 1056 escolas, das quais 850, localizadas nas regiões mais quentes do estado, já foram equipadas

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 5 abr 2025, 08h58 - Publicado em 5 abr 2025, 08h00

Os estudos compravam a importância da qualidade do ar e da temperatura para o bom desempenho escolar dos alunos. Pesquisas da Universidade de Harvard, por exemplo, apontam que a falta de climatização diminui em 13% a chances de obterem boas notas. Temperaturas acima de 26° reduzem a capacidade de aprendizado, especialmente em testes de matemática e leitura. A rede municipal de ensino tem apenas 1% das escolas climatizadas. Em março o Tribunal de Justiça de São Paulo pediu que o governo e a prefeitura da capital paulista se manifestasse sobre a questão. A boa notícia é que na rede estadual as mudanças aceleraram.

O Governo do Estado investe na primeira etapa do programa de climatização R$ 300 milhões para equipar 1056 escolas, das quais 851 já foram equipadas. A velocidade do projeto deu um salto, a ponto de fornecerem os equipamentos para 81 escolas em apenas uma semana. Mas não deve se manter no mesmo ritmo. A projeção, segundo o governo, é atingir a climatização de 60% das 3 000 escolas da rede até 2027. “É um projeto audaciosos e essencial para garantir que nossas escolas estejam preparadas para o desafio do futuro”, disse Fabrício Moreira, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), braço operacional da Seduc-SP. O aquecimento global não é mais uma questão de futuro, ele já está aí promovendo grandes mudanças climáticas.

As regiões mais quentes do estado possuem prioridade e foram as primeiras a verem as instituições de ensino serem modernizadas. As escolas passam primeiro por um processo de adequação elétrica para depois receberem os aparelhos de ar-condicionado. A iniciativa é importante até mesmo para a qualidade do ar. No Brasil, 80% dos prédios escolares sofrem com a poluição do entorno. O estudo foi realizado pela Fundação Getúlio Vargas, que monitorou 10.549 escolas públicas e particulares e relacionou com o o desempenho dos alunos no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). A poluição registrada foi o dobro da recomendada pela Organização Mundial de Saúde.

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