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Brasileira é eleita pela ‘Time’ uma das mais influentes de 2017

Médica Celina Turchi entrou na lista do veículo americano por comprovar a relação entre o zika vírus e a microcefalia

Por Da Redação
20 abr 2017, 17h16 • Atualizado em 20 abr 2017, 18h47
  • A médica brasileira Celina Turchi, pioneira nos estudos sobre a relação do zika com a microcefalia, foi eleita pela revista americana Time como uma das 100 pessoas mais influentes de 2017. A cientista aparece na categoria “pioneiros” da XIV edição da lista, divulgada nesta quinta-feira. Neymar foi o outro brasileiro do ranking, na categoria “ícone”. Também aparecem na listagem anual o presidente americano Donald Trump, o líder da Rússia Vladimir Putin, a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, e o papa Francisco.

    O perfil de Celina no ranking foi escrito pelo médico americano Tom Frieden, ex-diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Frieden a descreve como “apaixonada, motivada e um modelo do tipo de liderança global e de colaboração necessárias para a proteção da saúde humana”. A brasileira, especialista em doenças infecciosas da Fiocruz Pernambuco, tem recebido destaque internacional por ter comprovado e demonstrado a relação do vírus zika com a microcefalia, “contrariando os céticos”, segundo Frieden. Em 2016, ela foi escolhida pela revista científica Nature como uma das dez cientistas mais importantes do ano.

    Celina Turchi

    Em setembro de 2015, a pesquisadora recebeu um pedido do Ministério da Saúde para investigar o elevado número de bebês nascidos em Pernambuco com microcefalia, uma anomalia que prejudica o desenvolvimento do cérebro dos recém-nascidos e se caracteriza pela circunferência cefálica inferior a 33 centímetros. Para descobrir as causas da condição, Celina montou uma força-tarefa com epidemiologistas, especialistas em doenças infecciosas, pediatras, neurologistas e biólogos especializados em reprodução de várias partes do mundo. Na época, o conhecimento sobre o zika era limitado, mas a médica conseguiu demonstrar a relação entre a anomalia e a infecção por zika em gestantes. Atualmente, a pesquisadora continua a estudar o vírus para poder determinar por que nem todas as mulheres grávidas que contraem a doença dão à luz bebês com má- formação. Esse conhecimento pode ajudar prevenir a microcefalia em recém-nascidos.

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