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A Lua pode ter uma origem diferente do que pensávamos

Novo estudo aponta que composição química do satélite é muito diferente da que seria esperada pelos cientistas

Por Sabrina Brito - Atualizado em 8 jul 2020, 21h49 - Publicado em 8 jul 2020, 14h44

A origem da Lua sempre foi um assunto polêmico. Em geral, a comunidade científica acredita que a Lua tenha sido formada depois de um objeto especial aproximadamente do tamanho de Marte colidir com a Terra. Com o impacto, uma parte da crosta terrestre teria se desprendido do nosso planeta, formando o nosso satélite natural. Contudo, um novo estudo parece apontar para outra conclusão.

A pesquisa, publicada no último dia 1 no periódico científico Earth and Planetary Science Letters, revelou que a poeira encontrada nas crateras lunares apresenta muito mais metais do que a crosta da Terra. O material possuía níveis de óxidos de ferro e titânio do que os cientistas presumiam.

De acordo com os pesquisadores, os indícios encontrados revelam a necessidade de se considerar outras hipóteses acerca da formação da Lua. A importância de entender esse acontecimento é enorme, dada a influência que o satélite possui sobre a Terra.

É a Lua, por exemplo, que mantém o nosso eixo de rotação constante, que regula o nosso clima, que controla as estações do ano terrestres. Entendê-la melhor pode oferecer uma visão mais completa sobre o nosso próprio planeta.

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