Vídeo: mulher é sequestrada em estacionamento de mercado em SP
Enquanto vítima destrancava o carro para ir embora em estabelecimento da zona sul, sequestradores a colocaram dentro de veículo à força
Uma mulher de 51 anos foi sequestrada dentro de um estacionamento de supermercado no bairro de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. O crime, que aconteceu nesta terça-feira, 6, foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento. A vítima foi liberada no começo da noite na rodovia Anhanguera.
De acordo com as imagens (veja abaixo), a mulher saiu de dentro do Giga Atacado, na avenida Nações Unidas, durante a tarde de terça, e foi em direção ao seu carro, no estacionamento próprio do mercado. Ela chega a destrancar o veículo e abrir a porta para se sentar ao banco do motorista, mas, do carro que está estacionado ao lado do seu (um veículo branco), saiu um dos criminosos. Ele segurou a mulher e a colocou à força dentro desse segundo veículo.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o homem que aparece no vídeo colocando a vítima dentro do segundo veículo, estava armado. Dentro desse carro, havia mais dois homens. Eles obrigaram a vítima a fazer transações bancárias e transferências de dinheiro enquanto rodaram com ela pelas ruas da capital paulista.
O veículo que estava sendo usado pelos criminosos começou a ser seguido pela Polícia Militar. Percebendo que estavam sendo monitorados, os sequetsradores abandonaram a mulher na rodovia Anhanguera, onde ela foi resgatada por pedestres.
Ela foi jogada do carro ainda em movimento mas, a princípio, não teve ferimentos graves. O veículo branco usado para cometer o crime foi abandonado pelos criminosos e apreendido pela polícia em Osasco (região metropolitana de São Paulo).
O caso foi autuado como roubo e está sendo investigado pelo 11º Distrito Policial, em Santo Amaro. De acordo com a SSP-SP, os autores do crime ainda não foram identificados. O crime de sequestro tem uma pena de um a três anos, podendo chegar até oito caso exista alguma das agravantes previstas em lei. Já o de roubo tem uma punição bem maior: a pena vai de quatro a dez anos, isso se o caso não tiver nenhuma agravante.
Em nota, a assessoria do Giga informou que “a empresa lamenta o ocorrido e informa que está à disposição das autoridades competentes para colaborar com a investigação”.
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