Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99

Temer pede suspensão de nova denúncia até julgamento de Janot

Segundo os advogados do presidente, os argumentos apresentados no pedido de suspeição de Janot evidenciam a "sanha acusatória" dele contra Temer

Por Da Redação
3 set 2017, 11h29 • Atualizado em 3 set 2017, 11h38
  • O presidente Michel Temer pediu que a tramitação de uma eventual nova denúncia contra ele seja suspensa até que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgue o pedido de suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

    A defesa de Temer entrou com um recurso para tentar reverter a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, que rejeitara o pedido para afastar Janot de investigações contra o presidente por considerá-lo parcial.

    Fachin disse que as manifestações do procurador-geral não permitem a conclusão da existência de relação de “inimizade capital” entre Temer e Janot –um dos motivos previstos na legislação para barrar a atuação do chefe do MPF.

    o recurso apresentado na sexta-feira, os advogados do presidente pedem a revisão da decisão de Fachin. Segundo eles, os argumentos apresentados no pedido de suspeição de Janot há três semanas evidenciam a “sanha acusatória” dele contra Temer.

    “Estreme de qualquer dúvida razoável, portanto, que o Dr. Rodrigo Janot coloca todas as suas energias e capacidade a serviço da causa única e pessoal de destituir o presidente da República, mais um demonstrativo de sua inimizade”, diz a defesa no recurso.

    Continua após a publicidade

    Os defensores criticam a imunidade penal concedida aos delatores da J&F, holding que controla a JBS. Dizem que Janot não se pronunciou sobre a confissão de “centenas de crimes” praticados por Joesley Batista e outros colaboradores do grupo. “Ao contrário, os premiou com benesses que chocaram a sociedade brasileira”, afirmaram.

    Para os advogados, no afã de envolver o presidente em fatos incertos e não determinados, uma série de “certezas” foram lançadas pelo procurador-geral que dificultam uma análise isenta e desprovida de influências que só agora têm vindo à tona.

    A defesa pede que Fachin reconsidere a decisão individualmente e, se não for o caso, leve o recurso para decisão do plenário do STF. Nesse período, a tramitação da eventual nova acusação contra o presidente ficaria suspensa.

    Continua após a publicidade

    “Saliente-se, ainda, ser fundamental a apreciação da arguição oposta, tendo em vista o seu caráter prejudicial no que tange à eventual anunciada nova denúncia contra o presidente da República. A suspeição, se reconhecida, macularia irremediavelmente a inicial do procurador-geral da República, razão pela qual, se oferecida, deverá ser sustada até o julgamento do presente agravo regimental”, dizem os advogados.

    (Com Reuters)

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.