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Padrasto confessa ter matado menino Joaquim

Em liberdade provisória, o padrasto do garoto está desaparecido há 4 dias

Por Da redação - 28 set 2016, 11h32

Quase três anos após a morte do menino Joaquim Ponte Marques, 3 anos, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o padrasto da criança, Guilherme Raymo Longo, confessou que matou o menino em entrevista à TV Record. O menino desapareceu de casa em 5 de novembro de 2013 e seu corpo foi encontrado cinco dias depois, no rio Pardo, em Barretos, interior paulista. Desde então, Longo sempre alegou ser inocente.

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Reprodução de imagem de site de relacionamento do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que estava desaparecido desde a última terça-feira (5). Ele foi encontrado morto no início da tarde deste domingo (10). A mãe e o padrasto foram presos após terem a prisão temporária decretada pela Justiça
O menino Joaquim, morto aos 3 anos Reprodução/MB/Futura Press/VEJA

Durante a entrevista, Longo afirma que “não raciocinou direito” e acabou “fazendo besteira”. Ele diz que jogou o corpo do menino no rio. Segundo o padastro, Joaquim foi morto por estrangulamento. “Comprimi a lateral do pescoço dele para que ele desmaiasse sem dor. Foi rápido. Foi coisa de dois, três segundos, aí ele desmaiou. Eu segurei ele por mais algum período de tempo até ele não esboçar mais reação”.

Ele afirma que treinou jiu-jitsu e, portanto, tinha conhecimento das técnicas. Longo foi indiciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Em liberdade provisória desde fevereiro, ele está desaparecido há quatro dias e é considerado foragido da Justiça.

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