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Odebrecht pagou caixa dois de Dilma em busca de contrapartida

Segundo Alexandrino Alencar, ex-tesoureiro da campanha de Dilma solicitou dinheiro para comprar apoio político para aumentar tempo de propaganda na TV

Por Daniel Pereira, Felipe Frazão, Hugo Marques, Marcela Mattos, Renato Onofre, Robson Bonin, Rodrigo Rangel, Thiago Bronzatto
12 abr 2017, 19h34 • Atualizado em 12 abr 2017, 22h15
  • O ex-tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, Edinho Silva, pediu “explicitamente” para que a Odebrecht realizasse pagamento por meio de caixa dois para cinco partidos políticos (Prós, PCdoB, PP, PDT e PRB), segundo revelou o ex-diretor de relações institucionais da empreiteira Alexandrino Alencar em delação premiada. O objetivo dessa operação, segundo o delator, era formar uma coligação para ampliar o tempo de propaganda eleitoral na TV. O colaborador ainda afirmou que ouviu de Edinho que a orientação para pagar 35 milhões de reais para as legendas partiu do comitê eleitoral do PT, composto pela ex-presidente Dilma Rousseff, pelo ex-ministro Aloizio Mercadante, pelo presidente do PT, Rui Falcão, pelo ex-ministro Giles Azevedo e pelo marqueteiro João Santana. “Ele [Marcelo Odebrecht] fez esse investimento, apostando num futuro e em contrapartidas juntos à presidente e a esse novo governo”, diz Alencar. “Fazia parte das projeções dele [Marcelo Odebrecht] de um investimento nesse ramo político numa contrapartida futura em projetos de infraestrutura, em projetos de petroquímica, projetos na área agroindustrial”, afirma o ex-executivo.

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