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O caos nos bastidores que quase impediu o lançamento de ‘Pânico 7’

Filmagens foram marcadas por trocas polêmicas de elenco e direção

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 fev 2026, 08h00 • Atualizado em 26 fev 2026, 11h30
  • Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, o sétimo filme da saga de terror Pânico, principal lançamento da semana e grande promessa para as bilheterias ao redor do globo. Antes mesmo de chegar ao público, contudo, a megaprodução hollywoodiana já passou por maus bocados. Relembre a trajetória turbulenta que precedeu o lançamento:

    A demissão de Melissa Barrera

    Melissa Barrera na premiere de Pânico VI
    Melissa Barrera na premiere de Pânico VI (Jamie McCarthy/Getty Images)

    Tudo começou a desandar em novembro de 2023, quando a atriz Melissa Barrera foi demitida pela produtora Spyglass. Protagonista dos dois últimos capítulos da franquia, Barrera foi uma das primeiras estrelas de Hollywood a assumir postura contrária ao Estado de Israel após os atentados de 7 de outubro daquele ano. Desde então, grandes nomes como Tilda Swinton, Emma Stone e Olivia Colman se posicionaram de forma similar, mas nenhuma delas sofreu represálias como a jovem de 35 anos.

    A atriz vinha utilizando as redes sociais para apontar o que acontecia com o povo palestino como genocídio e criticar o exército israelense. Para a produtora, o conteúdo era antissemita. A chefia da Spyglass disse ter “tolerância zero” para comportamento do tipo e assim encerrou o arco da personagem Sam Carpenter, que não havia sido concluído.

    Jenna Ortega pula fora

    Pouco depois, a estrela jovem mais famosa dos últimos filmes da franquia decidiu abandoná-la, citando conflitos de agenda com a produção da série Wandinha. Parte do público, contudo, considerou o gesto como ato de solidariedade à Melissa — Jenna, afinal, também se posiciona a favor dos palestinos desde então.

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    A troca de direção

    O sétimo capítulo da franquia ainda seria elaborado pelo cineasta Christopher Landon, diretor irreverente e com traquejo para a comédia, responsável por Freaky: No Corpo de um Assassino (2020) e Drop: Ameaça Anônima (2025). Semanas após a polêmica demissão da protagonista, contudo, ele também desistiu da produção, dizendo que seu sonho havia “virado um pesadelo”. Meses mais tarde, Landon revelou que foi alvo de ameaças de morte que o culpavam pelo ocorrido.

    Sem rumo, produtores recorreram ao roteirista original da franquia, Kevin Williamson, que foi promovido a diretor. Ele escreveu o novo roteiro com Guy Busick, retrabalho que custou 500.000 dólares aos executivos. Para revitalizar a franquia cambaleante, a produtora ainda sucumbiu às exigências de Neve Campbell, protagonista dos primeiros 5 filmes da saga. Tê-la de volta custou 7 milhões, enquanto Courteney Cox recebeu 2 milhões para viver a repórter Gale Weathers mais uma vez, segundo apuração da Variety.

    Dessa forma, o sétimo filme enfim saiu do papel. Especialistas preveem que Pânico 7 arrecadará de 40 a 50 milhões de dólares dentro de seu primeiro final de semana em cartaz nos Estados Unidos — valor que seria o mais alto da saga. Com Neve Campbell, a trama acompanha a mocinha Sydney, agora mãe de uma menina adolescente que se torna alvo de assassinos mascarados. O elenco conta com Mckenna Grace, Joel McHale e Anna Camp, além de Jasmine Savoy Brown e Mason Gooding, os únicos jovens que retornam de Pânico 6.

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