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Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99

Moraes dá novos prazos para X comprovar regularidade no Brasil

Depois de plataforma anunciar que designou representante legal no país, ministro do STF mantém bloqueio e pede mais documentos e informações

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 set 2024, 13h00 • Atualizado em 25 set 2024, 16h18
  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em decisão neste sábado, 21, que a determinação para o X indicar a regularidade e a validade de sua representação legal em território brasileiro “não foi devidamente cumprida” e deu prazo de cinco dias para a plataforma apresentar mais documentos sobre a designação da advogada Rachel de Oliveira Villa Nova para essa função.

    + Coleção de VEJA no Pinpoint detalha documentos e apuração de bastidores sobre o caso

    A empresa deverá entregar ao Supremo “as procurações societárias originais outorgadas pelas sócias Twitter International Unlimited Company e T.I. Brazil Holdings LLC à Sra. Rachel de Oliveira Villa Nova Conceição, devidamente notarizadas e consularizadas” e a ficha de breve relato emitida pela Junta Comercial do Estado de São Paulo “comprovando a indicação da nova representante legal no Brasil”.

    Além disso, Moraes determinou que, em 48 horas:

    • a Receita Federal e o Banco Central informem a atual situação legal da representação da X BRASIL INTERNET LTDA no Brasil; 
    • a Polícia Federal (PF) e a Anatel enviem relatórios sobre a continuidade de possibilidade de acesso da plataforma X, por meio de instrumentos tecnológicos, para fins do cálculo de eventual multa a ser aplicada; 
    • a Secretaria Judiciária do STF certifique (1) o valor total da multa devida pela então representante legal da empresa X BRASIL INTERNET LTDA “à época do desrespeito às ordens judiciais” e (2) as ordens judiciais pendentes de cumprimento pela X BRASIL INTERNET LTDA.
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    Entenda os próximos passos

    Na decisão, o ministro do Supremo indica que a proibição do funcionamento e do acesso ao X no Brasil vai perdurar “até que todas as ordens judiciais proferidas nos presentes autos sejam cumpridas, as multas devidamente pagas e seja indicado, em juízo, a pessoa física ou jurídica representante em território nacional”.

    Ou seja, para voltar a funcionar no país, além de entregar todos os documentos que comprovem a regularidade da representação legal do X em território brasileiro pela advogada Rachel de Oliveira Villa Nova, a plataforma também terá de pagar todas as multas determinadas por Moraes e cumprir as ordens de bloqueio de perfis que, segundo o ministro, fizeram publicações criminosas.

    Como mostrou VEJA, desde a última quarta-feira, 18, o X começou a desativar alguns perfis cuja suspensão havia sido determinada por Moraes por suspeita de envolvimento em atos antidemocráticos e nas violentas manifestações de caráter golpista ocorridas em 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Algumas personalidades que já estão novamente fora do ar na plataforma incluem o podcaster Bruno Aiub, conhecido como Monark, e os jornalistas Allan dos Santos e Paulo Figueiredo Neto.

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