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FHC diz torcer por um acordo PSDB-PSB em SP

Por Da Redação
6 mar 2012, 14h48

Por Gustavo Uribe

São Paulo – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) avaliou hoje como natural uma aliança de seu partido com o PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, na sucessão à Prefeitura de São Paulo. Após palestra na capital, FHC disse que torce por um apoio do PSB aos tucanos. “Tomara que (o PSDB) consiga”, afirmou. No Estado de São Paulo, o PSB integra o governo Geraldo Alckmin, e no âmbito federal, compõe a base de apoio da presidente Dilma Rousseff. Ontem, Eduardo Campos, que também é presidente nacional do PSB, disse que não decidirá nada a esse respeito antes de junho.

O ex-presidente rebateu também artigo publicado pela revista britânica The Economist, segundo a qual a pré-candidatura tardia do ex-governador José Serra é um sinal do fracasso do PSDB em renovar seus quadros. A mesma opinião foi manifestada na semana passada pelo cientista político e professor do Insper Carlos Melo. “O PSDB vai bem, tem crescido, tem chances de ganhar em muitos lugares”, afirmou. “O resto é especulação sem base.”

Fernando Henrique não quis comentar sobre sua recente entrevista à The Economist, na qual avaliou que o senador Aécio Neves (MG) é o nome natural do PSDB para a disputa da sucessão da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014. “Hoje não vou falar nada sobre essas questões, só quero falar sobre assuntos internacionais”, afirmou.

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Fernando Henrique participou de palestra sobre a crise econômica europeia promovida pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Na palestra, o ex-presidente avaliou que a União Europeia passa por um processo de socialização das perdas, num cenário de situação fiscal considerado desesperador. Segundo ele, o primeiro esboço de unificação europeia teve motivação política e, embora se critique a falta de uma unidade fiscal no bloco europeu, havia um arcabouço econômico que não foi respeitado por alguns países que integram a União Europeia.

O ex-presidente disse ainda que neste cenário de crise tanto governos de direita quanto de esquerda têm sido alijados do poder. E fez uma brincadeira com o PSD, partido criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab: “Até o (partido) do Kassab, que não é de direita ou de esquerda, cairia também.”

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