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Deputado pede ao Ministério da Saúde retestagem de pacientes de laboratório do Rio

Em ofício à ministra Nísia Trindade, Tarcísio Motta (PSOL-RJ) solicita também investigação da empresa envolvida no caso dos órgãos infectados em nível federal

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 out 2024, 16h43 • Atualizado em 14 out 2024, 18h23
  • O deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ) encaminhou ofício à ministra Nísia Trindade, da Saúde, solicitando a retestategm de todos os pacientes impactos pelo Laboratório PCS Lab Saleme, hoje no centro do escândalo envolvendo pessoas infectadas com HIV após serem submetidas a transplantes de órgãos na rede estadual de Saúde do Rio. No documento, o parlamentar inclui todos que foram atendidos pelo serviço de análises clínicas através de contratos com o estado, mesmo aqueles que não tenham relação com a Política Nacional de Transplantes.

    No ofício, o deputado também pede a abertura de um procedimento administrativo no Ministério da Saúde que investigue a empresa, alvo da polícia e do Ministério Público. Motta – candidato derrotado do PSOL à Prefeitura do Rio – destaca a gravidade do caso, “em afronta a protocolos de vigilância sanitária bem como a normativas específicas do Sistema Nacional de Transplante”. Ele ainda cita o uso de recursos da União na manutenção do Sistema Nacional de Transplantes através do SUS e as suspeitas de ligação de familiares do deputado federal e ex-secretário estadual de Saúde Doutor Luizinho (PP) com o laboratório, que tem contratos com a Fundação Saúde, subordinada à Secretaria de Saúde.

    Ao Ministério da Saúde, ainda foi solicitada a requisição de contratos e documentos da empresa e a remessa desse material para o Tribual de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) “para que se investigue utilização de recursos da União e a possibilidade de caracterização de improbidade administrativa eventualmente praticada pelos sócios e pelo então secretário de Saúde”.

    A Polícia Civil do Rio prendeu nesta segunda-feira Walter Vieira, sócio do PCS Lab Saleme e tio de Doutor Luizinho. Ele é apontado como o responsável pelo erro que causou a disseminação do vírus em órgãos. Além dele, foi detido Ivanilson Fernandes dos Santos. Eles são investigados por crime contra as relações de consumo, associação criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documento particular e infração sanitária.

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