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Datas: Sérgio Cabral, Tobias e Shannen Doherty

As despedidas que marcaram a semana

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jul 2024, 06h00 • Atualizado em 19 jul 2024, 12h49
  • A história do Rio de Janeiro — especialmente o capítulo dedicado ao Carnaval e ao samba — estaria à sombra, embebida de meias-verdades, não fosse o trabalho do escritor, jornalista, pesquisador e compositor Sérgio Cabral. Autor das biografias de Tom Jobim, Pixinguinha, Nara Leão, Grande Otelo, Ataulfo Alves e Elizeth Cardoso, ele ganhou notoriedade na iconoclasta equipe do semanário O Pasquim, no fim dos anos 1960 e início da década de 1970 — em meio à balbúrdia das piadas e ironias, alimento para as provocações, Cabral era a necessária voz sensata.

    Vascaíno de coração e mangueirense apaixonado, era celebrado pelos músicos cariocas como um dos mais interessantes divulgadores do trabalho da turma. Nos anos 1990, tinha uma coluna em VEJA Rio. “Descanse em paz, amigo. Sua contribuição para a cultura brasileira foi enorme”, postou Martinho da Vila. Ele chegou a ser vereador e secretário municipal de Esportes e Lazer do Rio — gosto pela administração pública que legou a Sérgio Cabral Filho, ex-governador do estado. Morreu em 14 de julho, aos 87 anos. Enfrentava havia anos a doença de Alzheimer.

    Na lembrança alvinegra

    HERÓI - Tobias: goleiro do Corinthians na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976 e na final do Paulista de 1977
    HERÓI - Tobias: goleiro do Corinthians na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976 e na final do Paulista de 1977 (Pedro Martinelli/.)

    Há alguns jogadores de futebol que, para além da qualidade em campo, ganham fama por um ou dois momentos particulares — é o caso de Tobias, goleiro do Corinthians na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense. Naquele jogo, o da “invasão” da torcida alvinegra ao Maracanã, o empate no tempo regulamentar e na prorrogação levou a disputa para os pênaltis. O corintiano defendeu os chutes de Rodrigues Neto e Carlos Alberto Torres, do tricolor carioca, e garantiu a classificação da equipe paulista, que perderia a final para o Internacional de Porto Alegre. Tobias foi também o camisa 1 na vitória contra a Ponte Preta, na final do Paulista de 1977, que daria ao Timão o primeiro título em 23 anos. Ele morreu em 13 de julho, aos 75 anos, de causas não reveladas.

    Todas queriam ser como ela

    TELEVISÃO - Shannen Doherty: a Brenda do seriado Barrados no Baile
    TELEVISÃO - Shannen Doherty: a Brenda do seriado Barrados no Baile (Ron Galella/Ron Galella Collection/Getty Images)
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    As adolescentes dos anos 1990 queriam ser como a Brenda, do seriado Barrados no Baile, interpretada pela atriz Shannen Doherty. A delicada personagem era uma estudante de família simples que lutava para ser aceita em um ambiente de elite. Os pais também gostavam da figura, ressalve-se. Está nos dados do IBGE: no fim dos anos 1980, havia pouco mais de 3 000 meninas registradas com o nome Brenda no Brasil. No início de 1990 já eram mais de 49 000. Ela morreu em 13 de julho, aos 53 anos, em decorrência de um câncer de mama, que tratava havia mais de nove anos.

    Publicado em VEJA de 19 de julho de 2024, edição nº 2902

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