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Candidatas explicam processos citados pela AMB

Por Irene Ruberti
9 set 2008, 18h53

As candidatas Marta Suplicy (PT), que concorre ao cargo de prefeita de São Paulo, e Leila Márcia Silva Santos (PC do B), candida a vice-prefeita de Belém (PA) na chapa encabeçada por Mário Cardoso (PT), comentaram a inclusão na nova “lista suja”.

Por meio de uma nota oficial, Marta Suplicy, que lidera a lista com mais processos (oito), afirmou que não tem condenação transitada em julgamento e não responde a nenhum processo envolvendo caso de corrupção.

“São ações de cunho administrativo, frutos de uma indústria de processos movidos por seus opositores no período em que foi prefeita de São Paulo. E quando estes processos chegam à instância superior de Justiça têm sido sistematicamente arquivados”, informou a nota enviada à VEJA.com pela assessoria da candidata.

“A lista da AMB serve apenas para manipulação política no atual quadro de disputa eleitoral. É uma tentativa indevida da AMB de interferir na eleição municipal e que já foi rechaçada pelo Supremo Tribunal Federal. O STF decidiu que os Tribunais Regionais Eleitorais não podem barrar candidatos até a conclusão de processos a que respondem na Justiça e eventual condenação”, completou a nota.

Já Leila Márcia Silva Santos — ré de um processo de seqüestro e cárcere privado, além de crimes contra o patrimônio, dano, crimes contra a administração pública, desacato e crimes contra a liberdade individual –, afirmou que os processos são de 1997, quando ela era estudante de comunicação social.

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“O processo é sobre um protesto na Universidade Federal do Pará, em uma jornada de uma semana de manifestação ocupando a reitoria. No processo de ocupação, os estudantes e professores fecharam a sala e ninguém podia sair de lá. Com isso, os reitores se sentiram vítimas por serem mantidos naquela sala”, disse Leila Márcia.

A candidata afirmou à VEJA.com que apoia a “lista suja” da AMB, mas faz uma ressalva: “É importante que haja divulgação do teor do processo. Não quero ser colocada no mesmo patamar de alguém que responde por improbidade e homicídio”, afirmou.

Os candidatos Anderson Adauto Pereira (PMDB) e Alexandre Brito (PTC) foram procurados pela reportagem de VEJA.com, mas não responderam até o fim da tarde de terça-feira.

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