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Após ficar 40 dias em coma, DJ processa Hospital Casa de Portugal

Paciente contraiu grave infecção hospitalar

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 fev 2025, 17h01 • Atualizado em 12 fev 2025, 12h35
  • O DJ e assessor parlamentar Júlio Trindade, 35 anos, abriu um processo contra o hospital Casa de Portugal, no Rio Comprido, na zona norte carioca, após passar por 75 dias de internação por causa de uma superbactéria contraída na unidade de saúde. DJ Julio EleMesmo, como é conhecido, realizou uma cirurgia ortognática para melhorar um quadro de apneia do sono em maio de 2024, mas começou a apresentar sintomas graves de infecção dois dias depois da operação.

    A superbactéria KPC  se espalhou por pulmões, rins, fígado e medula. Durante a internação, Julio enfrentou 13 cirurgias, duas paradas cardíacas e 40 dias em estado de inconsciência, com médicos estimando apenas 3% de chance de sobrevivência. Como consequência da sepse, ele teve o pé esquerdo e parte dos dedos do pé direito e da mão direita amputados. Sua recuperação contou com o uso de um pulmão artificial (ECMO), cujo custo foi garantido após uma batalha judicial movida por sua esposa, a jornalista Maíra Gama.

    Agora, ele busca na Justiça uma indenização por danos morais e estéticos, além do pagamento de pensão, tratamentos de saúde e próteses. “Ainda tentando me reerguer, catando os cacos que sobraram, lutando para ter uma vida minimamente normal”, disse nas redes sociais.

    Atualização

    Em resposta ao caso, o Hospital Casa de Portugal enviou uma nota. Veja o texto na íntegra:

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    O Hospital Casa de Portugal esclarece que os fatos apresentados não condizem com a realidade, sendo certo que serão amplamente discutidos e comprovados na esfera judicial.

    Trata-se de paciente admitido para cirurgia eletiva realizada por equipe odontológica externa de sua preferência e escolha, que sofreu complicações decorrentes do procedimento, permanecendo nas dependências do nosocômio por 3 dias, com posterior transferência para outro hospital para realização de ECMO.

    Ressalte-se que todos os procedimentos cabíveis e adequados ao hospital foram realizados em prol do restabelecimento da saúde do paciente e lamentamos o desfecho de sua cirurgia eletiva. E que seguimos todas as normas de controle de infecção e cirurgia segura.

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    Reiteramos ainda que em respeito ao paciente e ao sigilo médico, maiores esclarecimentos serão prestados pela via adequada.

    O Hospital Casa de Portugal reafirma seu compromisso com todos os seus usuários prestando um serviço de qualidade voltado ao restabelecimento da saúde de seus pacientes.

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