A recomendação de Eduardo Leite ao cerimonial depois de seu casamento
Protocolo de primeira-dama foi adaptado para tratamento do marido do governador do Rio Grande do Sul
Após anunciar que havia celebrado uma união estável com o médico pediatra Thalis Bolzan, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PDSB), foi procurado pelo pessoal do cerimonial do palácio Piratini para saber como deveria proceder nas ocasiões em que o marido dele estivesse presente.
A resposta foi um tanto curta e direta: “Façam do mesmo jeito que com as primeiras-damas”, contou o governador, em entrevista às Páginas Amarelas de VEJA. Apesar disso, o título de primeiro-cavalheiro, utilizado também nos casos em que o governante é uma mulher casada com um homem, quase nunca é pronunciado pelo mestre de cerimônia, mesmo que algumas pessoas se refiram a ele assim.
Nos eventos oficiais em que o marido do governador está presente, anuncia-se somente a “presença do senhor governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, acompanhado de Thalis Bolzan”. Leite conta que prestou atenção no protocolo do Palácio do Planalto, onde o nome da primeira-dama Janja da Silva também não costuma vir acompanhado do título.
Bolzan não tem um serviço oficial à sua disposição, como é praxe entre as esposas dos governadores. Pediatra com especialização em endocrinologia, ele vive uma rotina atribulada de trabalho e apenas acompanha o marido em agendas oficiais.
Os dois firmaram um termo de união estável em agosto passado. Eles têm planos de se casar no futuro, em uma festa para amigos e familiares, mas ainda não há data marcada. Recentemente, o governador disse, em tom de brincadeira, que não tem como pagar por um evento que costuma sair caro.
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