A preocupação da cúpula militar do governo, diante do risco de Flávio Bolsonaro derrotar Lula
Governo petista fez corpo mole e não conseguiu aprovar no Congresso a PEC que limita a atuação política de militares da ativa, um caminho aberto ao golpe
Se Lula se dignasse a consultar os comandantes das Forças Armadas, nestes dias, sobre a grande ameaça existente ao Brasil, não ouviria sobre invasões militares de outros países ou histórias sobre o avanço de facções na Amazônia.
A grande preocupação a ser citada pelos comandantes seria sobre a demora do Congresso em votar a PEC que veta a participação de militares da ativa em eleições e a nomeação em cargos civis.
Diante da chance real de Lula perder a eleição para Flávio Bolsonaro em outubro, a possibilidade de retomada do loteamento do governo por militares seduzidos pela política — um método bolsonarista que levou ao plano de golpe de Estado — é o que mais preocupa a caserna.
“Se Flávio vence, aquela maluquice do golpe pode se repetir”, diz um auxiliar de Lula.






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