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Samba Touré faz homenagem às raízes africanas em álbum cativante

Em 'Binga', cantor e virtuoso violonista do Mali faz uma curiosa mistura de percussão afro com instrumentos de sopro e corda, como gaita e cítara

Por Felipe Branco Cruz Atualizado em 16 abr 2021, 11h21 - Publicado em 16 abr 2021, 07h00
BINGA, de Samba Touré (disponível nas plataformas de streaming) -
BINGA, de Samba Touré (disponível nas plataformas de streaming) – ./.

Dono de uma sonoridade cativante, o cantor e violonista Samba Touré homenageia suas raízes e o povo africano no álbum Binga — nome da vila onde ele cresceu, no Mali, às portas do Deserto do Saara. Para os ouvidos menos treinados na música africana, o álbum de Touré pode até soar como blues, devido à destreza e virtuose do artista ao violão em faixas como Sambalama, Tamala e na elaboradíssima Terey Kongo. Mas ele promove também uma curiosa mistura de percussão afro com instrumentos como gaita e cítara, atestada na faixa Kola Cissé.

 

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