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Gal Costa passeia por diversas vertentes da MPB em ‘A Pele do Futuro’

Disco traz duetos com Maria Bethânia e Marília Mendonça

Por Redação 28 set 2018, 07h00
//Divulgação

(Biscoito Fino) A cantora baiana renasceu artisticamente em Recanto, de 2011, composto inteiramente de criações de Caetano Veloso. Seu álbum seguinte, Estratosférica (2015), trazia um frescor pop ao mesclar autores da nova geração com colaboradores de outras eras. Formato que também é adotado neste A Pele do Futuro, mas com algumas boas novidades. Gal passeia por várias vertentes da música brasileira e até mesmo pelo jazz. Minha Mãe, parceria do compositor mineiro César Lacerda e do precursor do tropicalismo Jorge Mautner, marca sua primeira gravação em dueto com a amiga Maria Bethânia em mais de duas décadas. Outra boa parceria é Cuidando de Longe, na qual Gal divide os vocais com Marília Mendonça, a rainha da atual sofrência sertaneja. Entre os compositores da nova geração pop incluídos no balaio da cantora, chama atenção o paulistano Dani Black, que assina a dançante Sublime.

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