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VEJA Gente Por João Batista Jr. Notícias, bastidores e conversas de quem é assunto na cultura, na política, nos negócios e em outras rodas

O colapso do mercado de jatos executivos na pandemia

Crise no serviço que abastece muitos executivos, empresários, políticos e artistas

Por João Batista Jr. - Atualizado em 21 maio 2020, 12h22 - Publicado em 21 maio 2020, 12h16

Além dos voos comerciais, o mercado de jatos executivos está sofrendo um enorme colapso durante a pandemia. Congonhas, aeroporto do país com maior demanda para esse tipo de serviço, sofreu um impacto tremendo. No mês de abril deste ano, o aeroporto, localizado na Zona Sul de São Paulo, registrou queda de 56,86% desse tipo de voo: caiu de 3.748 em 2019 para 1.617 em 2020, segundo dados obtidos por VEJA. Esses são números dos chamados voos não regulares, todos os voos comerciais efetuados por quaisquer aeronaves que operam sem horário regular definido, entre eles as operações de táxi-aéreo, voos particulares e UTIs aéreas.

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