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O ‘banho de sol’ de Marcelo Bretas

A academia virou válvula de escape do juiz federal, que diz se sentir em uma 'prisão' por não poder ter vida social comum

Por João Batista Jr. Atualizado em 15 jul 2019, 12h36 - Publicado em 28 jun 2019, 07h00

O juiz do braço carioca da Lava-Jato, Marcelo Bretas, talvez seja o mais vaidoso dos personagens da atual cena político-judiciária do Brasil. O fortão tem treinado duas vezes por dia: uma hora e meia de manhã e outra hora e meia à noite. Ele garante aos amigos estar com 6% de gordura corporal, e, embora pareça forte e enxuto de fato, nesse índice (taxa de atleta profissional, só osso e músculos) ninguém acredita muito. Contrariado em uma rede social, o juiz mudou de assunto e retrucou: “Não inveje. Malhe”. A análise de quem entende de Bretas: exaurido de tanto trabalho, cercado por agentes de segurança, diz sentir-se numa “prisão” por não poder ter vida social comum. A academia virou válvula de escape. Nas palavras de um amigo: “A malhação é como um banho de sol para Bretas”.

Publicado em VEJA de 3 de julho de 2019, edição nº 2641

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