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Manual da rede social em tempos de haters, algoritmos e fortunas

Pedro Tourinho lança em agosto o livro 'Eu, Eu Mesmo e Minha Selfie'

Por João Batista Jr. - Atualizado em 29 Jul 2019, 15h18 - Publicado em 26 Jul 2019, 07h00

Publicitário e produtor cultural que trabalha com artistas como Bruno Gagliasso e Anitta, Pedro Tourinho conhece bem o potencial das redes sociais para fazer dinheiro (e para destruir reputações). Ele lança em agosto o livro Eu, Eu Mesmo e Minha Selfie, pela Portifolio-Penguin, em que esmiúça o assunto. Algumas lições:

NÃO DÊ IBOPE AOS HATERS
Ignore o que escrevem. Caso os ataques incluam fake news, ofereça a informação correta por meio de um interlocutor com credibilidade. Alimente seus lovers, seus maiores defensores.

TENHA ALGO A DIZER
Não adianta simular relações com celebridades ou encenar no Instagram um estilo de vida que não é o seu: não se conquistam seguidores genuínos e qualificados assim. É preciso ter algo a oferecer, diz Tourinho. Naturalmente, essa é a parte mais difícil…

MANTENHA A FRIEZA
As redes são melindrosas: a mera ação de curtir um post ou de deixar de seguir alguém pode se tornar um grande acontecimento (Bruna Marquezine e Neymar que o digam). Nos momentos de crise, limite a exposição pública. Apagar o post em que se disse uma besteira indesculpável só joga gasolina na fogueira das vaidades. Se errou, assuma e desculpe-se.

Publicado em VEJA de 31 de julho de 2019, edição nº 2645

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