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Leonardo DiCaprio e Carol Solberg: Protestar é preciso

A rebeldia não sumiu: ela só se mudou para a internet e para as quadras

Por Eduardo F. Filho, Amanda Capuano Atualizado em 26 dez 2020, 18h47 - Publicado em 24 dez 2020, 06h00

Nesses meses periclitantes de isolamento, ninguém se arriscou a dar uma de Jane Fonda — atriz veterana que se esbaldou em protestos de rua em 2019. Mas a rebeldia não sumiu: ela só se mudou para a internet e para as quadras. Artistas como Leonardo DiCaprio se manifestaram nas redes contra as queimadas na Amazônia. Detonar Jair Bolsonaro virou hábito do ator americano: em julho, ele denunciou que o presidente brasileiro “duvidou publicamente da gravidade” da situação. Em setembro, a jogadora de vôlei Carol Solberg — filha da veterana Isabel — foi advertida por gritar um “Fora, Bolsonaro” durante entrevista ao vivo. Ela recorreu e foi absolvida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Publicado em VEJA de 30 de dezembro de 2020, edição nº 2719

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