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Homenagens sem polarização para Alberto Goldman

Um momento de saudável equilíbrio na política

Por João Batista Jr. - Atualizado em 13 set 2019, 10h17 - Publicado em 13 set 2019, 06h30
Roberto Casimiro/Fotoarena

Depois da morte do ex-governador paulista Alberto Goldman, aos 81 anos, vítima de câncer, a viúva, Deuzeni Goldman, recebeu mais de cinquenta telegramas de políticos de todos os espectros, além de centenas de mensagens por WhatsApp.

O que eles demonstram? Que há ainda saudável equilíbrio na política brasileira.

“Foi tocante perceber que meu marido era respeitado por pessoas de convicções diversas, do Flávio Dino, do PCdoB, ao FHC, do PSDB”, diz ela.

Deuzeni e os cinco filhos de Goldman farão uma homenagem ecumênica ao político na terça 17, em São Paulo. Como Goldman era judeu e ateu, o evento não terá caráter religioso.

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Publicado em VEJA de 18 de setembro de 2019, edição nº 2652

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