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A prisão em alto estilo da chinesa Meng Wanzhou

Ela é filha mais velha do fundador do gigante de tecnologia Huawei, Ren Zhengfei

Por Sofia Cerqueira, Jana Sampaio Atualizado em 22 jan 2021, 10h56 - Publicado em 22 jan 2021, 06h00

Filha mais velha do fundador do gigante de tecnologia Huawei, Ren Zhengfei, a chinesa Meng Wanzhou, 48 anos, CFO da empresa, trabalha há dois anos não no escritório central, na China, mas em Vancouver, no Canadá — ela foi presa na conexão de um voo Hong Kong-México, a pedido dos Estados Unidos, que querem sua extradição por burlar sanções comerciais. Para desgosto dos canadenses, sua privação de liberdade é pra lá de especial. Meng cumpre prisão domiciliar — obtida mediante pagamento de fiança de quase 8 milhões de dólares — em uma mansão de sete quartos. De tornozeleira e com seguranças pagos de seu bolso, pode circular à vontade. Tem aulas de pintura e sessões de massagem diariamente. Com frequência, fecha lojas para fazer suas comprinhas. A grita contra as mordomias é grande, mas ela quer ampliá-las: pediu dispensa da segurança, alegando que aumenta seu risco de pegar Covid-19. Ainda não teve resposta.

Publicado em VEJA de 27 de janeiro de 2021, edição nº 2722

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