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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Vejam que graça: 18 dos 72 invasores presos nem mesmo têm vínculos com a USP!!! São “os meninos”, como diria aquele…

Por Reynaldo Turollo Jr., Rafael Sampaio e Patrícia Gomes, na Folha: De iluminador a barman, de músico a estoquista, estudantes da USP ou não. Entre os 72 invasores da reitoria que foram fichados na delegacia anteontem, teve de tudo. A maior parte, 51 estudantes, tem vínculo regular com a universidade, matriculados na graduação ou na […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 10h13 - Publicado em 10 nov 2011, 06h45

Por Reynaldo Turollo Jr., Rafael Sampaio e Patrícia Gomes, na Folha:

De iluminador a barman, de músico a estoquista, estudantes da USP ou não. Entre os 72 invasores da reitoria que foram fichados na delegacia anteontem, teve de tudo. A maior parte, 51 estudantes, tem vínculo regular com a universidade, matriculados na graduação ou na pós. Desses, 34 vêm de cursos da FFLCH, onde começou o imbróglio. Fora a FFLCH, os alunos são das faculdades de comunicação (7), geologia (2), arquitetura (2), educação (2), psicologia (1), oceanografia (1), da USP Leste (1) e da Poli (1). Segundo os registros da universidade, até 18 invasores não têm vínculo oficial com a instituição. Um deles, inclusive, é aluno da PUC-SP e outro, da Federal da Paraíba.

Entre os não alunos há aprovados em vestibulares no início dos anos 2000, que, pelas regras de tempo, já não podem mais estar na USP. Um dos líderes do movimento, Rafael Alves, 29, é veterano da USP, onde está ao menos há sete anos. Em 2010, foi jubilado, mas fez vestibular e foi aprovado de novo. Contra ele existem cinco processos, quatro administrativos e um criminal. Três deles são referentes à invasão de um prédio da assistência social da USP, no ano passado. “O último processo que sofri foi movido pela Coseas [assistência social da USP] e foi baseado em um BO, o que não é legítimo”, disse Alves. Aluno da FFLCH, Gabriel Lima, 25, disse que entrou no movimento para “transformar a universidade elitista”. Os alunos que atenderam a Folha não quiseram falar de filiações partidárias.
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