PSDB também é o grande vitorioso nas capitais; PT é esmagado; PSB entra em zona de risco
Tucanos elegeram prefeitos em 4 capitais em 2012; agora, em 7; PSB fez cinco no pleito passado; agora, apenas duas; ao PT, restou Rio Branco
Também quando se olha o mapa das capitais, percebe-se o desastre do PT e das esquerdas. E, mais uma vez, o PSB aparece em situação difícil.
Os petistas governarão apenas Rio Branco, no Acre. Atenção! Em 2008, elegeram prefeito em sete capitais. Em 2012, esse número caiu para quatro: além da capital do Acre, levou João Pessoa, Goiânia e São Paulo. O PCdoB, que não tinha nenhuma, conquistou Aracaju, e a Rede, de Marina Silva, outro micão dessa disputa, fica com Macapá. Clécio Luís, que se elegeu em 2012 pelo PSOL, migrou para a Rede e foi reeleito.
O PSDB, que lidera com folga o número de cidades com mais de 200 mil eleitores, também administrará o maior número de capitais, com sete: manteve Belém, Maceió, Manaus e Teresina e conquistou Porto Alegre, Porto Velho e, claro!, a joia da coroa: São Paulo.
Em seguida, vem o PMDB, com quatro: manteve Boa Vista e venceu em Cuiabá, Florianópolis e Goiânia, mas perdeu o Rio. O PDT ficou com três: reelegeu os prefeitos de Natal, Fortaleza e São Luís. Viu Curitiba migrar para Rafael Grecca, do nanico PMN, e Porto Alegre passar para o tucano Marchezan Jr.
O PSB vive uma situação difícil também nesse caso: elegeu cinco prefeitos de capitais em 2012: Recife, Belo Horizonte, Fortaleza, Cuiabá e Porto Velho. O da capital cearense migrou para o PDT. Os socialistas, no entanto, receberam Carlos Amastha, de Palmas, que saiu do PP. Desta feita, sobraram-lhes as respectivas capitais de Pernambuco e Palmas, com prefeitos reeleitos.
O PSD tinha uma Prefeitura, Florianópolis. Agora, fez duas: Campo Grande e João Pessoa. O DEM manteve Salvador, sua única capital, e perdeu Aracaju para o PCdoB. O PPS reelegeu o prefeito de vitória. O PRB estreia em capitais levando o Rio, e o PHS, Belo Horizonte.
Em 2012, 11 partidos chegaram ao comando das capitais; agora são 13. Há quatro anos, era este o ranking:
PSB – 5;
PT – 4;
PSDB – 4:
PDT – 3:
PMDB – 2:
DEM – 2;
PP – 2;
PSD – 1;
PTC – 1;
PPS – 1;
PSOL – 1
Em 2016, a ordem é esta:
PSDB – 7 (Belém, Maceió, Manaus, Teresina, Porto Alegre, Porto Velho e São Paulo);
PMDB – 4 (Boa Vista, Cuiabá, Florianópolis e Goiânia);
PDT – 3 (Fortaleza, Natal e São Luís);
PSD – 2 (Campo Grande e João Pessoa);
PSB – 2 (Palmas e Recife);
PCdoB – 1 (Aracaju);
PMN – 1 (Curitiba);
Rede – 1 (Macapá);
PT – 1 (Rio Branco);
PRB – 1 (Rio de Janeiro);
DEM – 1 (Salvador);
PPS – 1 (Vitória);
PHS – 1 (Belo Horizonte)
O PP, que elegeu dois prefeitos em 2012 — Campo Grande e Palmas — perdeu a primeira cidade e viu o prefeito da segunda migrar para o PSB. O único prefeito do PTC, o de São Luís, foi para o PDT e se reelegeu. O de Macapá, eleito pelo PSOL no pleito anterior, reelegeu-se agora, mas pela Rede. As três siglas somem das capitais.
Assim, também quando se verificam os números das capitais, nota-se que o grande vitorioso é mesmo PSDB. O principal derrotado, não há como, é o PT. E o PSB, resta evidente, começa a trafegar numa zona de risco.
Psol aciona Nikolas na PGR após bolsonarista sugerir sequestro de Lula
Captura de Maduro: ministro da Defesa da Venezuela afirma que EUA mataram seguranças
Trump afirma que vice de Maduro coopera, mas número dois do chavismo exige libertação do presidente
Maduro buscou rota de fuga no Leste Europeu; Rússia e China recalculam apoio após ação dos EUA
A reação do filho de Nicolás Maduro à prisão dos pais







