Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

“O céu do meu Brasil tem mais estrelas, lará-lá-la; o sol do meu país, mais esplendor, lará-lá-la…”

O lulo-petismo, por intermédio agora da Comissão da Verdade, nomeada por Dilma, tenta caminhos para promover a revanche com o regime militar, quase 50 anos depois de instalado. Já escrevi e reitero: imaginem se, em 1995, em vez de cuidar do Plano Real, FHC tivesse se empenhado em se vingar de Getúlio Vargas… Os petistas […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 06h32 - Publicado em 5 abr 2013, 17h28

O lulo-petismo, por intermédio agora da Comissão da Verdade, nomeada por Dilma, tenta caminhos para promover a revanche com o regime militar, quase 50 anos depois de instalado. Já escrevi e reitero: imaginem se, em 1995, em vez de cuidar do Plano Real, FHC tivesse se empenhado em se vingar de Getúlio Vargas…

Os petistas querem alimentar a revanche, mas é impressionante a forma como mimetizam a parte mais cafona do regime militar: a patacoada do Brasil Grande, do “ninguém segura este país”.

Em 1970, a dupla Dom e Ravel, cuja obra acabou adotada pela ditadura, compôs a música “Eu te amo, meu Brasil”. Era, na verdade, uma marcha militar. A gravação que fez mais sucesso foi a do grupo “Os Incríveis”, que acrescentaram um caco à letra: “Escola, marche!”. Segue um vídeo que está no Youtube. Volto depois.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=K7Ltj1fYrkQ%5D

Continua após a publicidade

Voltei

Muito bem! Dilma resolveu refletir sobre o Brasil grande nesta sexta. A música de Dom e Ravel é de 1970. O Brasil havia acabado de ganhar a Copa do Mundo, tornando o único tricampeão. Entre 1968 e 1973, a taxa média de crescimento do país ficou acima de 10%. No ano passado, crescemos abaixo de 1%, mas o que importa é a mística, né? Segundo Aloizio Mercadante, o PIB não tem muita importância… Segue texto publicado na VEJA.com. Volto para encerrar.

Brasil é “insuperável dentro e fora de campo”, afirma Dilma

A presidente Dilma Rousseff se empolgou ao dar o pontapé inicial na inauguração da Arena Fonte Nova, em Salvador, nesta sexta-feira. Em tom ufanista, Dilma ignorou os atrasos nas obras para a Copa do Mundo de 2014 e disse que o Brasil está provando que tem não apenas o melhor futebol do mundo, mas também a melhor organização de grandes torneios. “Somos um país conhecido por ser insuperável no campo, mas estamos mostrando que somos insuperáveis também fora de campo”, discursou. A inauguração da nova versão do mais tradicional estádio baiano é, para Dilma, sinal de que “estamos dando um passo importante para transformar a preparação da Copa do Mundo em um legado para o país”. Dilma fez uma rápida vistoria nas instalações antes da cerimônia de inauguração, que contou com a presença dos operários envolvidos na construção.

O estádio baiano deverá receber três jogos da Copa das Confederações, em junho deste ano, e outros seis na Copa do Mundo, em 2014. A presidente estava acompanhada do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, do governador da Bahia, Jaques Wagner, além do prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto. O primeiro jogo da Arena Fonte Nova acontecerá no domingo e reunirá os dois principais times do estado: Bahia e Vitória. Salvador é a terceira cidade-sede a ter seu estádio inaugurado para a Copa das Confederações – as outras são Fortaleza (Castelão) e Belo Horizonte (Mineirão). As obras na capital baiana começaram em junho de 2010 e incluíram a demolição do antigo estádio, a construção de uma nova arena e a criação de um novo edifício garagem. A Arena Fonte Nova tem capacidade para 55.000 pessoas. O empreendimento foi realizado por meio de uma parceria público-privada entre o governo e uma concessionária formada pelas empresas Odebrecht e OAS.

Concluo
Os petistas ainda vão reeditar o lema “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Atenção! A rede suja da Internet já faz isso. Todos os dias, chegam a este blog centenas de mensagens conclamando este jornalista a deixar o Brasil: “Já que você não gosta do nosso (?) país, por que não vai embora?”.

Continua após a publicidade
Publicidade