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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Lula diz que ainda testa Dilma e que não quer voltar em 2014

Por Simone Iglesias, na Folha:O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que ainda está testando politicamente a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para escolhê-la como sua candidata em 2010. Segundo ele, a ministra é extremamente “gabaritada”, mas falta a ela traquejo político.Ao mesmo tempo em que trabalha para construir seu sucessor, Lula rejeitou […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 18h23 - Publicado em 20 dez 2008, 05h47
Por Simone Iglesias, na Folha:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que ainda está testando politicamente a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para escolhê-la como sua candidata em 2010. Segundo ele, a ministra é extremamente “gabaritada”, mas falta a ela traquejo político.
Ao mesmo tempo em que trabalha para construir seu sucessor, Lula rejeitou a possibilidade de concorrer a cargos políticos. E aproveitou para cutucar seus antecessores: “Ex-presidente dará contribuição extraordinária se souber ficar quietinho”. Afirmou também que não voltará ao Congresso.
Sobre a eventual candidatura de Dilma, foi taxativo: “Ela é extremamente gabaritada [para ser presidente]. Mas só isso não basta. Estou observando, vendo como ela se comporta, como os partidos reagem”.
Como sugestão para que a ministra decole, Lula disse que ela deveria falar mais com a imprensa. As declarações do presidente foram dadas em café da manhã com jornalistas.
Informado da pouca paciência da ministra com entrevistas, desconversou: “Nunca entrevistei a Dilma. Comigo ela sempre foi simpática”.
Lula se esquivou de falar em um plano B à sua sucessão, mas disse que “nomes não faltam, porque todo mundo quer sentar aqui [na sua cadeira]”. Lula disse que ainda não conversou com a petista sobre ela ser candidata, porque, quando o fizer, “vai ser definitivo”.
Ele tratou como absurda a tese de que concorrerá a presidente em 2014. Disse esperar “estar vivo até lá” e sair do governo em posição privilegiada, de modo que aliados queiram sua presença na campanha.
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