Não toquem em Voltaire!
Olhem bem este rapaz. Ele está com uma barra de ferro na mão e depreda uma agência bancária em São Paulo. Veste o uniforme de sempre. Alguns sinais indicam que é bastante jovem, talvez um “dimenor”. Muito bem! Em 1968, Jean-Paul Sartre tinha 63 anos, mas já estava mais gagá do que Caetano Veloso, com […]
Olhem bem este rapaz.
Ele está com uma barra de ferro na mão e depreda uma agência bancária em São Paulo. Veste o uniforme de sempre. Alguns sinais indicam que é bastante jovem, talvez um “dimenor”.
Muito bem! Em 1968, Jean-Paul Sartre tinha 63 anos, mas já estava mais gagá do que Caetano Veloso, com 71 — entendam: não é uma questão de idade cronológica, mas de decrepitude intelectual. Sartre apoiava os atos violentos da juventude maoista e distribuía seus jornalecos.
Ainda na Presidência da República, perguntaram a De Gaulle como agir com o dito-cujo. O presidente deu ordens para que não se tocasse no filósofo com a frase: “Não se pode prender Voltaire”.
Esse rapaz aí acima é o nosso Sartre, é o nosso Voltaire. E este, aí abaixo, é o nosso adolescente black bloc.








![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif)