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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Emir e o fuzilamento de pessoas e da língua portuguesa

Foram tantas as barbaridades ditas por Emir Sader que algumas acabam escapando. Na conversa com os jornalistas da Folha, ele falou sobre a importância de discutir direitos humanos, anistia, Comissão da Verdade etc. Os repórteres quiseram saber se isso também valia para Cuba. Sabem o que ele respondeu? “É diferente a polarização cubana. É tão […]

Por Reinaldo Azevedo - Atualizado em 31 jul 2020, 12h42 - Publicado em 28 fev 2011, 14h01

Foram tantas as barbaridades ditas por Emir Sader que algumas acabam escapando. Na conversa com os jornalistas da Folha, ele falou sobre a importância de discutir direitos humanos, anistia, Comissão da Verdade etc. Os repórteres quiseram saber se isso também valia para Cuba. Sabem o que ele respondeu?
“É diferente a polarização cubana. É tão ‘Guerra Fria’ ainda, contra e a favor, que quem sai vai de tal maneira para a direita… Se é que não acaba em Miami”.

Entenderam? Os “direitistas” de Cuba não têm direito aos… direitos humanos!!!

Em 2003, Emir Sader defendeu o fuzilamento sumário de três dissidentes cubanos. Considerou uma prova da soberania do país. Até o arquicomunista José Saramago, então, criticou o tirano: “Até aqui fui com Fidel, mas agora não dá mais…” Depois fez as pazes. É bem verdade que o “até aqui” de Saramago já somava cem mil mortos.

Emir foi mais prático: três mortes a mais, três a menos não fazem diferença.

Analfabetismo continuado
No Twitter, Emir não perdoou e resolveu fuzilar a língua portuguesa mais uma vez:
Na linha de Goebbels da Velha Midia, repetem que eu teria apoiado fusilamentos em Cuba.Provem. Eles acobertaram os fusilamentos da ditadura.

Ele escreveu “fusilamentos” com “s”, duas vezes! E vai presidir a Fundação Casa de Rui Barbosa. Seu lugar é uma sala de alfabetização do antigo Mobral.

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