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Abaixo, uma das obras de José Geraldo na UnB. Ou: Território livre do narcotráfico e do consumo de álcool e drogas

Como diria o bardo caolho, cantando, espalharei por toda parte o objeto direto produzido pela gestão de José Geraldo na UnB. Como se sabe, ele foi “eleito” diretamente para o cargo, né? Fernando Haddad, este incompetente empavesado, ofereceu o caminho para que o estatuto da universidade fosse rasgado. Abaixo, há um vídeo da VEJA demonstrando […]

Como diria o bardo caolho, cantando, espalharei por toda parte o objeto direto produzido pela gestão de José Geraldo na UnB. Como se sabe, ele foi “eleito” diretamente para o cargo, né? Fernando Haddad, este incompetente empavesado, ofereceu o caminho para que o estatuto da universidade fosse rasgado.

Abaixo, há um vídeo da VEJA demonstrando em que se transformaram algumas salas de aula da Universidade de Brasília, um território onde não valem as leis vigentes no país. É a versão que assumiu, na cabeça dos esquerdopatas, a “autonomia universitária”, que eles confundem com soberania universitária. Nesse “país”, os prédios de uma instituição pública, sustentadas com o dinheiro dos desdentados brasileiros, é território livre do narcotráfico e do consumo de drogas.

O reitor é culpado? Se as salas de aula estão disponíveis para festas muito pouco acadêmicas, com o notório consumo de álcool e de drogas, é claro que é. E que se note: isso só prospera sem maiores dificuldades porque o Ministério da Justiça (a UnB é uma instituição federal), o Ministério Público Federal e a Polícia do Distrito Federal prevaricam, não cumprem a sua função.

Que pai e que mãe responsáveis podem se sentir tranqüilos, seguros, sabendo que seus filhos estão expostos a esse tipo de gente e de influência? “Ah, a universidade não existe para dar tranqüilidade às famílias”. É verdade! Mas também não existe para afrontar a Constituição, o Código Penal e o seu próprio estatuto.

Quando os intelectuais da UnB indagam, cheios de indignação, por que tantas safadezas e falcatruas acontecem a poucos quilômetros dali, na Praça dos Três Poderes, estão apenas sentando em cima do próprio rabo. Para qualquer “unibeano”, a boa pergunta não é “Por que ELES deixam acontecer tantos crimes?”, mas “Por que NÓS deixamos acontecer tantos crimes?”. Em muitos casos, também não dá para acusar: “ELES cometem muitos crimes”. É preciso reconhecer: “NÓS COMETEMOS MUITOS CRIMES”.

Reitero: há áreas na universidade, hoje em dia, em que só circulam os  que têm “autorização” da… bandidagem. Quem sabe Dilma Rousseff não instale, em breve, uma UPP por ali, não é? E até pode ser à moda Cabral: “Alô, companheiros traficantes, vamos chegar daqui a uma semana, corram… Ou, ao menos, se comportem!”

A página que José Geraldo criou para exaltar a própria obra fala em “tolerância”. É a novilíngua orwelliana. O teórico da vaia e do linchamento moral chama seus brucutus de “tolerantes”. Universidade tolerante não é casa de tolerância, doutor! Uma instituição é tolerante quando aceita debater a divergência, não quando decide conviver com o crime e até estimulá-lo, facultando suas dependências ao tráfico e ao consumo de drogas. Não é realmente espetacular que esses caras que se vêem abaixo sejam bem-vistos na universidade, abrigados e acolhidos, mas que uma procuradora de Justiça contrária às cotas seja escorraçada dali, tenha seu carro vandalizado e seja chamada de “loura filha da puta”?

Eis a obra acabada de José Geraldo, o reitor. Ele achou o direito na rua e jogou o estado de direito no lixo.

Texto publicado originalmente às 20h23 desta terça
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