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Vale questionou até auxílio emergencial a atingidos por lama de Mariana

E conseguiu alterar acordo pouco antes do desastre de Brumadinho

Por Ernesto Neves 29 jan 2019, 11h41

Após nova catástrofe em Minas Gerais, a Vale promete amparar os atingidos por sua lama tóxica.

No entanto, a companhia fez o que pode para cortar o auxílio aos que sofreram com a lama tóxica do desastre de Mariana.

No dia 7 de janeiro, portanto duas semanas antes do novo crime ambiental, a companhia alterou na justiça cerca de 1.500 acordos feitos entre a Fundação Renova e os pescadores afetados pela lama de Mariana.

Uma das principais alterações diz respeito ao auxílio emergencial. Dado às famílias impedidas de pescar após a morte dos rios afetados, o pagamento passou a ser descontado das indenizações. 

A decisão foi concedida pela 12ª Vara Federal de Minas Gerais. E contraria expressamente as recomendações feitas tanto pela Defensoria Pública quanto o Ministério Público Federal.

 

 

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