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TJ do Rio mantém prisão de Cristiane Brasil

Decisão é do presidente do tribunal, Cláudio de Mello Tavares, que negou pedidos feitos pela defesa

Por Mariana Muniz - Atualizado em 20 set 2020, 14h47 - Publicado em 20 set 2020, 13h53

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Claudio de Mello Tavares, negou neste domingo, 20, os pedidos de relaxamento, revogação, substituição e conversão da prisão preventiva de Cristiane Brasil – pré-candidata à prefeitura do Rio.

Ele determinou ainda o cumprimento imediato da ordem do ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ, no sentido de redistribuição da ação penal inicial e conclusão ao desembargador do Órgão Especial, que será sorteado nesta nesta segunda-feira para analisar o caso.

Cristiane Brasil foi presa preventivamente no último dia 11  em cumprimento à decisão da Juízo da 26ª Vara Criminal da Comarca da Capital, “para resguardo da ordem pública e a instrução criminal”, por força da segunda fase da chamada “Operação Catarata”.

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A defesa da ex-deputada pedia a revogação da prisão preventiva, a substituição de sua prisão em medidas cautelares e a conversão em prisão domiciliar ou monitoramento eletrônico. Isto porque, segundo os advogados, ela está em acompanhamento psiquiátrico desde fevereiro de 2018, diagnosticada com “transtorno misto depressivo ansioso” sendo necessário o uso contínuo e diário de três medicamentos.

Os advogados de Brasil também alegaram, no pedido, que sua prisão teria caráter político em razão da condição dela como pré-candidata à prefeitura do Rio.

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