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Temer quer ‘desideologizar’ a reforma agrária

O governo Temer está trabalhando firme para reformar tudo o que puder. Após discutir uma reforma trabalhista e pautar a da Previdência, até o ano que vem uma reforma agrária deve engatinhar no país. O presidente do Incra, Leonardo Góes, está “muito ansioso” com uma medida provisória que estabelece, na sua visão, “um grande avanço” […]

Por Pedro Carvalho - Atualizado em 30 jul 2020, 21h08 - Publicado em 9 dez 2016, 08h25

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O governo Temer está trabalhando firme para reformar tudo o que puder. Após discutir uma reforma trabalhista e pautar a da Previdência, até o ano que vem uma reforma agrária deve engatinhar no país. O presidente do Incra, Leonardo Góes, está “muito ansioso” com uma medida provisória que estabelece, na sua visão, “um grande avanço” na questão da divisão de terras brasileiras.

A MP deve ser apresentada entre o fim deste ano e começo de 2017 e estabelece algumas diretrizes: transparência e critérios mais firmes para seleção de famílias, compra de imóveis à vista por parte da autarquia, regularização de assentados para a liberação de crédito e celeridade na titulação das terras. Com isso, a expectativa é que 220 mil famílias tenham a situação regularizada até 2018.

Temer enxerga a pauta da reforma agrária não por um prisma ideológico, mas econômico. Por isso, tanto ele quanto Góes acreditam ser possível a convivência entre movimentos sociais e o setor agroexportador.

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