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O PSD preveniu-se contra uma desistência de Sérgio Cabral de concorrer ao Senado – que foi oficializada hoje de manhã, com o acordo para Cesar Maia concorrer ao cargo na chapa do PMDB. Na ata da convenção do PSD de ontem, está indicado que o partido apoiaria Luiz Fernando Pezão se Ronaldo Cezar Coelho fosse suplente […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h37 - Publicado em 22 jun 2014, 19h24
Indio: nada de macumbódromo

Indio: convenção para inglês ver

O PSD preveniu-se contra uma desistência de Sérgio Cabral de concorrer ao Senado – que foi oficializada hoje de manhã, com o acordo para Cesar Maia concorrer ao cargo na chapa do PMDB.

Na ata da convenção do PSD de ontem, está indicado que o partido apoiaria Luiz Fernando Pezão se Ronaldo Cezar Coelho fosse suplente de Cabral e candidato ao Senado em caso de desistência. E que o martelo só seria batido no dia 30. Ou seja, foi uma convenção para inglês ver. E, na presença de Cabral, afirmando que seria candidato.

Isso quer dizer que o irritado PSD cairá no colo de Lindbergh? Não, quase impossível. Aécio Neves, que operou a substituição de Cabral por Cesar, não permitirá que o partido comandado por Indio da Costa mude de lado mais.

Vale lembrar como palavra de político vale uma nota de três reais: no dia 26 de maio, Rodrigo Maia telefonou para o Radar e disse a seguinte frase: “Não há nenhuma hipótese de apoiarmos o PMDB do Rio. Cabral não será candidato mas não queremos estar juntos neste funeral”.

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